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Paraense volta aos treinos de futebol na China; casos de Covid-19 ainda preocupam

quarta-feira, 13/05/2020, 12:12 - Atualizado em 13/05/2020, 11:10 - Autor: Bruna Dias e FolhaPress


Desafio é retornar ao cotidiano no país onde a pandemia iniciou
Desafio é retornar ao cotidiano no país onde a pandemia iniciou | Arquivo Pessoal

Liberados do isolamento no último dia 09, moradores da China tentam voltar a vida normal. Confinados desde janeiro de 2020, o jogador de futebol paraense Edilson Belém e a esposa tentam refazer a rotina. O governo local já liberou a livre circulação em parques, campos de futebol, cinemas, teatros, entre outros locais e serviços.

“Aqui está tudo normal a vida social. A gente continua usando máscara, até porque o governo multa quem está sem o acessório”, explicou.

O jogador de futebol paraense agora é responsável por treinar crianças em uma escolinha de futebol. O "Green Brothers Football Club" está localizado em Shenzhen, no sul da China e tem mais de 650 crianças treinando.

“Hoje atendemos desde o Sub- 8 ao 13. Como  não clube que atenda a base aqui, nós estamos andando para a profissionalização”, disse.

Arquivo Pessoal
 

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Como referência salarial no setor do futebol a China tem cada vez mais expandido a contratação de jogadores de diversas partes do mundo. “Criamos esse time justamente para investir na base local, os pais e as crianças gostam bastante de futebol”, acrescentou Edilson Belém.

O paraense vai para o seu terceiro ano na China. Ele já atuou também no futebol português, no Pará, defendeu a Tuna, Pinheirense, Independente, Parauapebas e São Raimundo. Edilson já jogou também no Palmeiras e Mogi Mirim.


Após novos casos, Wuhan, berço da pandemia, planeja testar 11 milhões de habitantes

Autoridades de Wuhan, que fica duas horas de Shenzhen, traçaram um plano para testar, em dez dias, todos os 11 milhões de habitantes da cidade chinesa considerada o berço da Covid-19.

Depois de mais de um mês sem registrar novas contaminações, Wuhan confirmou, no sábado (9), o caso de um homem de 89 anos que recebeu o diagnóstico de Covid-19. No domingo (10), outras cinco pessoas do mesmo bairro também tiveram testes positivos para o novo coronavírus.

Wuhan concentra 3.869 (83%) do total de 4.633 mortes em decorrência do novo coronavírus confirmadas oficialmente na China. O número no país, de acordo com a universidade americana Johns Hopkins, ultrapassa a marca dos 84 mil casos até esta terça-feira (12).

De acordo com a atualização diária dos casos divulgada pela Comissão Nacional de Saúde da China (NHC, na sigla em inglês), foi confirmado, nesta segunda-feira (11), um único novo caso de Covid-19. Trata-se de um caso importado na Mongólia Interior, região autônoma da China.

O país não inclui, entretanto, casos assintomáticos entre os confirmados, de modo que o número real pode ser muito maior do que indicam as estatísticas oficiais.

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