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PRÉ-TEMPORADA

Saiba o que Hélio dos Anjos pensa de cada um dos novos contratados do Papão; veja!

segunda-feira, 06/01/2020, 10:05 - Atualizado em 06/01/2020, 10:05 - Autor: Da Redação


O zagueiro Wesley Matos (dir.) veio para qualificar o setor defensivo bicolor
O zagueiro Wesley Matos (dir.) veio para qualificar o setor defensivo bicolor | Divulgação/ Ascom PSC

As primeiras contratações do Paysandu, em número de cinco, para a temporada podem até não ter empolgado o torcedor do clube. Mas o comandante do elenco bicolor, o técnico Hélio dos Anjos, afirmou estar contente com o material humano que recebeu até aqui da diretoria do Papão. No último sábado, na coletiva que concedeu à imprensa, o técnico pôde analisar um a um dos atletas que já estão na Curuzu. O que não faltaram foram elogios distribuídos por Dos Anjos aos seus novos comandados. Ao falar do volante Phillipe Guimarães, o treinador lamentou o fato de o atleta ter sido flagrado em exame antidoping, que o deixará afastado dos jogos do Papão até o dia 4 de fevereiro. Acompanhe a análise feita por Dos Anjos de cada um dos atletas que defenderão pela primeira vez em suas carreiras a equipe bicolor.

Gabriel Leite, goleiro, 32 anos, ex-Ferroviária-SP

“O conheço desde a Luverdense-MT. Antes dessa questão (do goleiro) jogar com os pés ele já me chamava a atenção porque joguei quatro vezes contra a Luverdense quando o Gabriel era titular lá e ele sempre me chamou a atenção pela sua capacidade de organizar o jogo, de sair jogando lá de trás e de trabalhar a bola. Ele sempre teve essas características. Tem jogo. É um jogador experiente”.

Wesley Matos, zagueiro, 33 anos, ex-Vila Nova-GO

“É um jogador de 104 jogos em três anos, capitão, líder em suas equipes. É um jogador que eu conheço desde antes de jogar no Vila Nova. Conheci o Wesley Matos do Tupi-MG, do acesso com o América-MG e através de informações na época em que eu trabalhei no Goiás-GO e do tempo que ele ficou no clube e daquilo tudo que ele praticou no Vila. Então, é um jogador que tenho total confiança em dizer que qualificou o setor”.

Phillipe Guimarães, volante, 28 anos, ex-Ferroviária-SP

“É um jogador do jeito que eu gosto. Um primeiro (volante) com condições de fazer até o segundo volante, com altíssimo sentido de marcação. Se questiona isso de doping. Doping pra mim é uma coisa diferente. Ele simplesmente usou um descongestionante nasal e, coitado, foi pego nisso. Mas ele já mostra nos primeiros trabalhos físicos quem é como atleta. É outro jogador no qual também temos total confiança”.

Serginho, volante, 31 anos, ex-PJ Rangers (Malásia)

“É aquele tipo de jogador que todo mundo tá falando ‘é um volante’, mas o Serginho pode ser usado nas três posições. Ele pode ser usado como primeiro (volante) dependendo do que eu propor, é ótimo de segundo e ainda me faz um terceiro se eu precisar. Ele chega. Inclusive na Malásia ele jogou mais sendo esse homem de chegar o máximo possível. É um jogador que esteve nos planos do clube no ano passado, mas ele já tinha acertado um pré-contrato com o Bangu-RJ”.

Alex Maranhão, meia, 34 anos, ex-Ponte Preta-SP

“É um jogador já mais veterano e que trabalhou comigo no Fortaleza-CE e lá, infelizmente, sofreu uma contusão. Mas foi um jogador que depois da passagem comigo pelo Fortaleza teve uma ascensão muito grande. O acompanhei no Guarani-SC, no qual ele foi decisivo lá em Florianópolis, e acompanhei os anos dele no próprio Criciúma-SC. Mas ele não será o único jogador da posição. Essa é uma posição que estamos pesquisando e buscando alternativas para a função”.

E MAIS...

Hélio dos Anjos deu algumas explicações sobre a não renovação contratual do goleiro Giovanni e do zagueiro Victor Oliveira, atletas com os quais ele pretendia continuar contando no elenco bicolor. Sem papas na língua, como sempre, o treinador não poupou críticas ao pai e agente de Oliveira.

“O Victor desde o início nós sabíamos que teríamos dificuldade (para renovar). Quem administra a carreira do Victor não estava satisfeito por ele não ter terminado (2019) jogando e não estava mesmo”, informou Dos Anjos. “Uma pessoa superligada ao Victor, que é o pai dele, comentou isso comigo”, prosseguiu. “Não dou esse tipo de liberdade pra pai de jogador ou qualquer um exigir de mim titularidade de filho, de jogador. Então a gente já sentiu que não teríamos condições de renovar”, disparou.

Sobre a saída de Giovanni da Curuzu, Dos Anjos informou que ela se deu por uma questão financeira. “A diferença da proposta que o Giovanni teve do Água Santa-SP pra proposta que nós podíamos pagar aqui não tinha como o Paysandu cobrir, mesmo com ele optando por um contrato de quatro meses”, comparou o treinador.

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