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Re-Pa mostra festa do inicio ao fim, com alegria e drama

domingo, 25/08/2019, 22:13 - Atualizado em 25/08/2019, 22:13 - Autor: Diego Beckman


O clássico rei da Amazônia em mais um espetáculo de torcidas
O clássico rei da Amazônia em mais um espetáculo de torcidas | Samara Miranda / Remo

Emoção, festa e disputas. Assim foi mais um clássico entre Paysandu X Remo, que parou todo o estado neste domingo (25), mas agora é uma decisão. Não valia título, mas uma vaga ou até duas para o mata-mata da Série C do Brasileirão.

CONFIRA COMO FOI O CLÁSSICO

O número sete é místico para o Paysandu, mas ele aprontou justamente para a Fiel e foi justo neste minuto que o azul marinho pulsou as arquibancadas do Mangueirão com gol de Wesley, que estreava com pé direito no clássico.

Mas com recuo, o Leão foi abrindo brechas e espaços para o rival. A chuva que sempre aparece nas tardes de Belém veio novamente presenciar o maior duelo do futebol na Amazônia e só fez aumentar os ânimos, como se o Re-Pa ganhasse aquele mormaço pós-chuva.

Foi justamente isso que ocorreu quando a Fiel viu o pênalti a seu favor. Celulares ligados, torcida pronta para o gol de Tomás Bastos, mas a bola, a bendita bola, foi longe ver o Re-Pa em outro espaço e a frustração da Fiel virou alegria do Fenômeno Azul.

Para garantir a vaga, o Paysandu usou o silêncio de uma guerra para lançar uma arma e ela se chamava Vinicius Leite. Até ele brilhar, o Lobo tentava dar o bote com Nicolas, mas quase foi atacado pelo destino, com Mota deixando todos com o coração na mão.

E falava do silêncio. Pois é, Vinicius Leite fez o lado bicolor explodir aos 28 minutos, mostrando que a sorte mudava de lado por completo para os bicolores.

O destino que quase apronta para o Papão veio num golpe infeliz para o Leão, que lá do sul foi despachado da Série C com o gol do Ypiranga-RS. O time azulino que era segundo até metade do segundo tempo passou para quinto e ainda vendo o maior rival avançar a Série C, enquanto fica mais um ano na mesma divisão.

Gozações da Fiel, que agora pensa em um adversário difícil: o Náutico-PE, o melhor time do Campeonato Brasileiro da série C, mas o Paysandu já mostrou que na história pode chegar, pode ir longe, pode voar e parar na Série B, como foi em 2012 e 2014.

Assim, mais um Re-Pa fecha as cortinas esperando mais um e o próximo há de ser histórico, pois o duelo é de número 750. Melhor ainda, pode ser disputado ainda este ano na Copa Verde, o Verde da Amazônia que tanto pede em um Re-Pa, o pedido de dias melhores para o pulmão do mundo.

FICHA TÉCNICA

PAYSANDU: Mota; Tony, Micael, Perema e Diego; Wellington Reis (Thiago Primão), Leo Baiano (Caíque Oliveira) e Tomás Bastos; Wesley (Vinicius Leite), Nicolas e Hygor.

Técnico: Hélio dos Anjos

REMO: Vinicius ; Daniel Vançan (Gabriel), Marcão, Fredson e Ronaell (Hélio); Dedeco (Lailson), Yuri, Ramires e Eduardo Ramos; Wesley (Gabriel) e Neto Baiano.

Técnico: Márcio Fernandes

ÁRBITRO: Luis Flávio de Oliveira (SP)

ASSISTENTES: Emerson Augusto Carvalho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)

CARTÕES AMARELOS: Micael, Hygor e Thiago Primão (PSC); Wesley, Fredson e Yuri (REM)

RENDA: R$ 1.217.840,00

PÚBLICO PAGANTE: 26.946

PÚBLICO TOTAL: 31.306.

LOCAL:  estádio Olímpico do Pará, Mangueirão / Belém (PA)

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