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Esporte / Esporte Pará

RETRANCA PESOU!

Bicolores precisam correr atrás do prejuízo fora de casa

sábado, 29/06/2019, 09:40 - Atualizado em 29/06/2019, 12:22 - Autor: Onildo de Melo Lima


Bicolores reclamaram bastante do jogo fechado do Ypiranga e sobrou até para o árbitro.
Bicolores reclamaram bastante do jogo fechado do Ypiranga e sobrou até para o árbitro. | Maycon Nunes

O Paysandu fará dois jogos seguidos fora de casa na sequência da Série C do Brasileiro, enfrentando, primeiro, o Tombense-MG, na quinta-feira (04/07) em Tombos, e, depois, o Juventude-RS, no sábado (13/07), em Caxias do Sul. Dois jogos para o time tentar recuperar os pontos desperdiçados no empate de ontem, frente ao Ypiranga. Pelo menos foi o que prometeu na saída de campo o zagueiro de área, Perema. “Precisamos, agora, pontuar lá fora e vamos buscar isso”, declarou.

Perema elogiou a atuação da equipe que, segundo ele, buscou o resultado, esbarrando, no entanto, na defesa do visitante. “Não fizemos um jogo ruim. Ninguém vai poder dizer que jogamos mal”, disse. “Jogamos bem, pressionamos, mas não conseguimos fazer o gol”, prosseguiu o zagueiro, reconhecendo, por outro lado, que o Papão não conseguiu fazer o seu dever de casa. “A gente sabe que era um jogo em casa e que a gente tinha a obrigação de vencer, mas não deu”, reconheceu.

O goleiro Mota reclamou do que ele acredita ter sido o sistema fechado do adversário. “Infelizmente o resultado não veio, mas lutamos com garra, com disposição. Os caras vieram para o empate”, acusou. “O importante é que continuamos no G4. Agora é esfriar a cabeça, treinar e tentar buscar lá fora, nos dois jogos que temos, os pontos que não conseguimos aqui”, concluiu o arqueiro. O atacante Nicolas expôs pensamento parecido ao do goleiro. “Atacamos, buscamos o gol. O adversário se fechou lá atrás e aí ficou difícil”, analisou.

CRÍTICAS

O goleiro Deivity e o árbitro José Henrique Junior foram alvos de críticas de Hélio dos Anjos. Para o treinador bicolor, o arqueiro rival travou o jogo com a conivência do juiz. “Você não vê na Europa um goleiro cair, quatro, cinco vezes sem ter nada. Isso chega a ser até uma falta de respeito e educação” disparou o treinador. “Ele poderia ter dado 5, 10 minutos a mais de acréscimo”, recomendou.

“Evidente que se não tivesse ocorrido essa situação a gente teria vencido a partida”, afirmou. O treinador reconheceu que não foi um bom resultado. “Não gostei da falta dessa lucidez do meu time da intermediária para a grande área deles”. Questionado sobre a mudança do local do jogo, do Mangueirão para a Curuzu, Hélio respondeu. “Eu não discuto isso. Não pago as contas. Não vou criar polêmica”, disse.

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