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Papão não deve ter 6 jogadores considerados titulares contra o Juventude

quinta-feira, 10/05/2018, 08:10 - Atualizado em 10/05/2018, 08:31 - Autor:


O Paysandu terá um time bem diferente na partida de amanhã, contra o Juventude-RS, pela 5ª rodada da Série B do Brasileiro. O técnico Dado Cavalcanti vai ter de virar-se nos 30, como se diz, para encontrar uma equipe forte, capaz de ratificar a boa campanha que o Papão faz na competição. O treinador não tem a sua disposição pelo menos quatro jogadores apontados como titulares do time. Os zagueiros Diego Ivo e Perema seguem no Departamento de Saúde do clube, com lesões no joelho e coxa esquerda, respectivamente. Além da dupla de defesa, Dado não dispõe do volante Nando Carandina e do atacante Cassiano.



Com exceção de Ivo, que vai para a sua segunda partida fora da onzena, os demais jogadores participaram da partida em São Luís, do Maranhão, contra o Sampaio Corrêa-MA. Outros que também não foram listados para a viagem de ontem à tarde para o Rio Grande do Sul foram os atacantes Moisés, que como Ivo completará duas partidas fora do grupo, e Mike. O primeiro vem de uma contusão, já estando na fase de recuperação física. Já o segundo ficou de fora da lista por opção do treinador, que preferiu incluir na delegação o novato Dionathã, cuja estreia poderá acontecer em Caxias do Sul.


A decisão de deixar de fora Carandina, Cassiano, outro que foi apenas poupado, e até mesmo Moisés, que já estaria em condições de jogo, adotada por Dado, tem uma justificativa. Na quarta-feira (16), o Papão terá em seu “cardápio” de jogos na temporada a partida de volta pela decisão da Copa Verde, contra o Atlético-ES. O treinador espera contar com a força máxima bicolor na grande final. Mas o comandante do Papão não abre mão de ter uma formação capaz de manter o bom aproveitamento do time em jogos fora de Belém - 4 pontos em seis disputados na Série B (Ponte Preta-SP 0 x 1 e Sampaio Corrêa-MA 1 a 1).


Mesmo deixando de fora alguns jogadores do grupo principal, Dado não pretende descaracterizar a formação. “Não posso levar um time fraco para Caxias do Sul”, observou Dado. A dúvida diz respeito à sistemática tática a ser adotada pelo time, que vem jogando no 3-4-3, mas que, em função da ausência de tantos titulares, poderá passar a utilizar outro esquema tático, entre eles o 4-2-3-1.


E MAIS... 


PROVÁVEL TIME TITULAR


- A composição bicolor só será anunciada pouco antes da partida, mas poderá, caso o 3-4-3 seja preservado, formar com Renan Rocha; Alan Santos, Douglas Mendes e Edimar; Maicon Silva, Renato Augusto, Thomaz e Victor Lindenberg (Willyam); Claudinho, Magno e Renan Gorne. Hoje a equipe ainda fará o último treino, no Centro de Treinamento do Grêmio-RS, em Porto Alegre.


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Goleiros: Paulo Ricardo e Renan Rocha
Zagueiros: Alan Santos, Edimar e Douglas Mendes
Laterais: Maicon Silva, Mateus Müller, Matheus Silva e Victor Lindenberg
Volantes: Cáceres, Renato Augusto e Willyam
Meias: Alan Calbergue, Ryan Williams e Thomaz
Atacantes: Claudinho, Dionathã, Magno e Renan Gorne


Dionathã: “Estou com a cabeça boa para jogar”


Um dos quatro novos contratados do Paysandu - os outros são o lateral Carlinhos, o meia Thomaz e o atacante Claudinho -, após o início da Série B do Brasileiro, o atacante Dionathã, de 20 anos, que nasceu na cidade de Rebouças, no Paraná, não abre mão de aproveitar a chance que está tendo no futebol do Pará para alçar voos mais altos. “Espero passar por aqui e marcar com coisas boas”, diz o atacante de nome diferente. “Espero chegar ao final do ano e deixar no torcedor coisas muito boas de minha passagem por aqui”, ratifica o atacante, que viajou, ontem, junto com o restante da delegação para Caxias do Sul, onde poderá fazer a sua estreia.


Dionathã, que atuou pelo Grêmio-RS em 2017, não tendo chance no clube este ano, se mostra indiferente ao fato de poder vestir pela primeira vez na carreira a camisa do Papão fora de Belém. “Estreando lá ou aqui seria a mesma coisa. Estou com a cabeça boa para jogar. Cheguei e queria estrear antes, o mais rápido possível”, assegura o atacante, que é só elogios à torcida bicolor. “Assistia ao jogo contra o Brasil, de Pelotas, e fiquei surpreendido com a presença da torcida, que comparece ao estádio, apoia o time e faz críticas quando tem de criticar. Isso motiva a gente pra jogar, correr e conseguir os três pontos”, diz.


(Nildo Lima/Diário do Pará)

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