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Esporte / Esporte Brasil

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Londrina-PR recorre ao tapetão para jogar Série B

terça-feira, 03/12/2019, 22:32 - Atualizado em 03/12/2019, 22:32 - Autor: DOL


| Site Oficial do Londrina-PR

Com o fim do Campeonato Brasileiro, uma polêmica surge nos bastidores: o Londrina-PR vai entrar na Justiça para jogar a Segunda Divisão, em 2020.

O clube paranaense vai para a briga no tribunal contra o Figueirense-SC, por conta dos pontos do jogo entre o time catarinense e o Cuiabá-MT, pela Série B. O jogo ficou marcado com o time catarinense não entrando em campo e perdendo a partida por WO.

No ofício apresentado ao STJD, o advogado do Londrina afirma que o W.O. foi causado por atrasos em salários e por descumprimento de demais obrigações contratuais do Figueirense. Além disso, afirma que auditores "entenderam erroneamente que teria ocorrido quitação de débitos existentes" pelo clube catarinense.

A equipe paranaense esperou o fim da última rodada para ficar na 17ª posição e com os pontos acabar ultrapassando o time catarinense na tabela, o que decretaria o rebaixamento do Figueira para a Série C, enquanto que o Londrina-PR estaria salvo da degola.

O clube emitiu uma nota sobre o assunto para a sua torcida.

O Londrina Esporte Clube comunica que ingressou no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com pedido de liminar quanto à homologação do resultado final do Campeonato Brasileiro da Série B de 2019.

Na medida cautelar, o clube alviceleste sinaliza para irregularidades cometidas pelo Figueirense Futebol Clube durante a disputa da competição. Mais detalhes estão elencados no documento abaixo.

O pedido foi realizado no fim da tarde de segunda-feira (2) junto ao STJD.

O Londrina Esporte Clube, em que pese conte com grandes profissionais no seu Departamento Jurídico, destacou o escritório de advocacia Paulo Schmitt para a defesa de seus interesses e representá-lo especialmente no processo.

Ao longo de sua história, o Tubarão tornou-se um dos clubes mais respeitados do país. Respeito que se deu não apenas pelas conquistas dentro de campo, mas principalmente por sua competência administrativa e idoneidade com que honra seus compromissos e contratos fora de dele.

O clube deixa claro que não foi e nunca será sua intenção ferir valores amplamente consagrados pelo esporte. Mas que é justamente por defender esses valores, os quais incluem uma saudável e honesta administração esportiva de um clube de futebol, o motivo que leva o LEC a exigir que seus pares tenham o mesmo tipo de conduta e respeito às normas disciplinares e aos regulamentos das competições que disputa.

O pedido já está com o presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho, que irá julgar o recurso.

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