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Esporte / Esporte Brasil

PREVENÇÃO

Jogadores dos Santos usam curativo em combate às fake news contra a vacinação

domingo, 01/12/2019, 21:12 - Atualizado em 02/12/2019, 12:25 - Autor: DOL


| Divulgação

O ano de 2019 foi palco de um grande surto de sarampo que, após atingir o Norte do país no ano passado, se alastrou para outras regiões. Em São Paulo, por exemplo, já são 12.296 casos confirmados em 246 municípios do estado, de acordo com a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinação (ABCVac).

Na contramão da prevenção, o Brasil apresenta o menor índice de cobertura vacinal em 16 anos, fazendo com que o sarampo e outras doenças reaparecessem. O principal motivo para a falta de vacinação é a influência de informações erradas e falsas, as chamadas fake news. 

Nesse contexto, para incentivar justamente a vacinação da população e o combate à desinformação, os jogadores do Santos Futebol Clube entraram no gramado da Vila Belmiro neste domingo (1º), em partida válida pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, contra a Chapecoense, com as mangas do uniforme arregaçadas e um curativo em um dos braços.

A iniciativa, realizada em parceria com a agência Havas Health & You e com a ABCVac, pretende mostrar que as vacinas são tão seguras a ponto de poderem ser tomadas mesmo antes de uma partida de futebol ou qualquer outra prática esportiva.

Por isso, os atletas também carregaram uma faixa no campo com a seguinte mensagem: “Vacina Salva. Fake News Mata”.

“O futebol é uma poderosa plataforma de causas. Estamos muito otimistas de que a mensagem será amplificada por meio dos jogadores. Pois se os atletas podem se vacinar antes de uma importante partida de futebol, isso significa que jovens sadios também podem e devem. Sem medo de qualquer problema, perigo ou contraindicação”, completa Laura Florence, diretora executiva de criação da Havas Health & You, que também desenvolveu peças da campanha para o estádio, anúncios de jornal, posts para as redes sociais e spots de rádio.

“Em uma pesquisa recente, quase 60% dos brasileiros que não se vacinaram citaram um motivo relacionado à desinformação. Pelo bem da saúde pública, ações de incentivo à vacinação como esta precisam ser um trabalho contínuo e de todos”, finalizou Geraldo Barbosa, presidente da ABCVac.

(Com informações de divulgação)

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