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Esporte / Esporte Brasil

COBRANÇAS

Torcedores invadem CT do Corinthians e pressionam jogadores após derrota

quinta-feira, 31/10/2019, 17:13 - Atualizado em 31/10/2019, 18:22 - Autor: FOLHAPRESS


Timão está a sete jogos sem vencer na Série A e gera revolta da torcida.
Timão está a sete jogos sem vencer na Série A e gera revolta da torcida. | Rodrigo Gazzanel / Corinthians

Cerca de 20 torcedores do Corinthians foram ao CT Joaquim Grava nesta quinta-feira (31) para protestar e acabaram se reunindo com o elenco dentro das instalações do clube, um dia após derrota da equipe alvinegra para o CSA, por 2 a 1.

O grupo foi ao local para cobrar a delegação no dia da chegada de viagem de Maceió, onde ocorreu o jogo válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube alvinegro completou sete jogos sem vencer e deixou o G-6 da competição, que dá vaga na próxima Taça Libertadores.

Após desembarcar pelos fundos no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, a delegação teve chegada tranquila no CT. No entanto, vale ressaltar que a Polícia Militar foi acionada e conversou com os torcedores antes da chegada do ônibus corintiano.

Os torcedores não cometeram vandalismo nem atos de violência física. Houve xingamentos cobrando "raça" do time dentro de campo. Em seguida, um membro da torcida negociou a sua entrada no CT, e, minutos depois, mais dez torcedores foram convidados a entrar no local.

Segundo apurou a reportagem com pessoas presentes na reunião, o tom da conversa foi de cobrança por raça, por mais vontade dentro de campo, seguindo a linha da nota oficial divulgada pela Gaviões da Fiel, principal torcida uniformizada do clube, nesta quinta.

Mais cedo, o Parque São Jorge foi pichado por conta da insatisfação de torcedores com a fase do time. "Time sem alma", "Fora, Carille" e "Acabou a Paz" foram alguns dos dizeres escritos nos muros.

Com o clube sob risco de ficar de fora da próxima Libertadores, o técnico Fábio Carille balança no cargo. Até então, o treinador não foi demitido por dois motivos: a diretoria tenta evitar o pagamento de uma multa rescisória decrescente, hoje avaliada em R$ 3,6 milhões, e não quer isentar os atletas de culpa pela má fase.

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