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Esporte / Esporte Brasil

OS DOIS LADOS

Paraense ídolo no Flamengo fala de Jorge Jesus e da paixão pelo Mengão

quinta-feira, 31/10/2019, 15:23 - Atualizado em 31/10/2019, 17:57 - Autor: Com informações do ESPN


| Reprodução

Com na final da Libertadores e com a mão da taça do Brasileirão da Série A, o Flamengo tem enchido os olhos dos torcedores. Por aqui já teve gente que fez muito flamenguista feliz, e nada mais justo do que ouvir quem já vestiu a camisa rubro-negra e atuou com Jorge Jesus.

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Em entrevista ao site, ESPN, o paraense Roma contou um pouco do seu início no Flamengo no começo dos anos 2000 e de quando foi ser comandando por Jorge Jesus em Portugal.

"Eu venci duas vezes o Carioca [2000 e 2001] e também a Copa do Campeões de 2001, que nos deu a vaga para a Libertadores", contou.

Três anos depois de aprovado na peneira, Roma foi para o profissional. O apelido, que carrega até hoje, foi conquistado devido a semelhança física e no estilo de jogo com Romário.

"Todo mundo só me chamava de Roma na base. A minha empresária [Marlene Mattos] achou que era um nome curto e forte. Eu gostei e me agradou muito", explicou.

O trabalho com Jorge Jesus veio em 2006, no Belenenses, de Portugal. "O 'mister' já me acompanhava no Brasil e me contratou depois que chegou um DVD com meus lances no clube. Ele gostava do meu estilo de jogo rápido e finalizador. No esquema tático dele, o jogador precisa ter mais de uma função. Eu me enquadrava bem nisso. É um cara que gosta de ensinar e de fazer o atleta se desenvolver”, contou.

"Ele era muito transparente com os jogadores e falava: 'Você vai ter seu horário para descanso e poder sair. Treino para mim é jogo, e jogo é decisão'". Taticamente e tecnicamente foi um dos melhores que já trabalhei. Ele quer sempre melhorar nos fundamentos”, acrescentou.

No próximo dia 23 de novembro, o Flamengo tem pela frente o River Plate, na final da Libertadores. Para quem já esteve nos gramados vivendo a emoção de grandes decisões, é bem, mais difícil ficar de fora torcendo e precisando lidar com as emoções. "Estou muito feliz e torcendo pelo 'mister' e sofro mais hoje em dia do que quando jogava, acredita? Queremos ser campeões de tudo. No final do ano eu quero ir ao Rio de Janeiro para poder conversar com o Jesus e dar um abraço nele", concluiu.

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