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CHEGOU LÁ

Paulo Ricardo saiu de 3º goleiro para virar titular no Paysandu

O arqueiro bicolor teve paciência e, aos poucos e com muito trabalho, foi subindo de status na Curuzu, indo de terceiro goleiro à titularidade. A ordem é não deixar passar a oportunidade

sexta-feira, 06/11/2020, 09:20 - Atualizado em 06/11/2020, 09:35 - Autor: Tylon Maués/Diário do Pará


O goleiro comemora a chance que recebeu no clube
O goleiro comemora a chance que recebeu no clube | Divulgação/ Ascom PSC

Ainda criança, quando viu o Paysandu na Copa Libertadores da América, em 2003, Paulo Ricardo teve o primeiro contato com o clube bicolor e achou interessante a façanha do representante do Norte. Em 2012, já com 16 anos, dentre os vários testes que fez pelo país, ele foi aceito para a base do Papão e cumpriu todas as etapas na base até chegar ao profissional. Depois de uma breve e boa passagem pelo o Bragantino em 2018, voltou para ser terceiro goleiro, passou a ser o segundo esse ano e, agora, ele vai completar quatro jogos como titular neste domingo, agora por critérios técnicos.

O goleiro bicolor comemora o momento e a oportunidade de ter uma sequência, o que nunca teve como profissional no clube. Algo que, segundo ele, essencial para quem é da posição. “Todo goleiro espera por uma sequência. A posição exige tempo de bola, então estar em campo ajuda demais”, comentou Paulo Ricardo.

O titular até então era Gabriel, bem mais experiente. Ele não chegou a ter uma falha séria, mas alguns momentos de insegurança levaram a torcida a clamar por uma mudança, que ocorreu no empate sem gols contra o Vila Nova-GO. Segundo Paulo, a relação com o companheiro mais velho continua sendo boa como era antes. “Nossa relação sempre foi muito boa. Quem joga representa a todos que estão no elenco. Se está bem, é porque os demais estão bem também”.

Sobre assumir a posição de titular, o arqueiro garante que pressão é algo que sente desde garoto, quando chegou ao clube. E que, diz ele, mesmo quando parecia que não teria mais chances, não chegou a pensar em procurar outros ares. “Vestir a camisa do Paysandu já representa uma pressão, desde a base”, disse. “Sempre trabalhei pensando em estar preparado quando a oportunidade aparecesse. Soube esperar e nunca passou pela minha cabeça sair”, completou Paulo Ricardo.

Agora, ele está em outra posição, a de exemplo aos garotos da base de que é possível chegar a titular no Paysandu por esse caminho. Situação que o faz ser procurado e conversar com o pessoal das categorias menores. “Por ter a experiência de ter esperado tanto, eu converso com o pessoal e falo sobre essa situação, sim”.

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