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Governo aprova plano da CBF para retorno e decisão é dos Estados

segunda-feira, 22/06/2020, 11:01 - Atualizado em 22/06/2020, 11:01 - Autor: Com informações UOL


Governos estaduais e municipais é que terão a palavra final
Governos estaduais e municipais é que terão a palavra final | Divulgação/ Agência Pará

O Ministério da Saúde deu aval para o guia médico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para retorno do futebol em meio à epidemia do coronavírus. Mas, deixou nas mãos de autoridades municipais e estaduais decidir quando será permitida a realização de partidas.

Reunião irá decidir sobre retorno das atividades do futebol paraense

A CBF elaborou um guia de protocolo para retorno de competições nacionais, Brasileiro e Copa do Brasil, com 30 páginas. Foi o primeiro passo para saber quando voltam os campeonatos que ainda não têm datas. O documento foi publicado na última semana. 

O Governo Federal deixa claro que caberá a Estados e municípios aprovar jogos em cada local. "Cabe ressaltar, que o retorno das atividades futebolísticas em cada localidade deverá ser pactuado com gestão local, levando-se em consideração seu cenário epidemiológico e as medidas que estão sendo aplicadas na localidade", diz o documento.

O departamento médico da CBF já está ciente desta necessidade de aprovações locais. Por isso, não tem data para o Brasileiro e espera o que será testado nos Estaduais. Ou seja, teria de haver uma liberação em todos os Estados com times na Série A.

"Tem que ver Estado por Estado como vai estar. O Paraná pode começar a fechar, o Rio Grande do Sul pode fechar também", analisou o chefe do departamento médico da CBF, Jorge Pagura. "Quem falar em data vai errar."

'Protocolo prevê Parazão em agosto', leia mais na coluna do Gerson Nogueira

Resta, portanto, à CBF ir aprimorando seu protocolo enquanto não chega a hora de competições. Os testes são recomendados antes dos jogos, mas não são obrigatórios pelo documento. Mas a entidade deixa claro que vai, sim, bancar testes PCR para os clubes no início, e depois o acompanhamento por anticorpos em um percentual de jogos.

Entre as muitas limitações, haverá uma diminuição no tamanho das delegações nos jogos, com um máximo de 40 pessoas por time. Há orientações detalhadas também sobre procedimentos para chegadas aos estádios, e a quantidade de pessoas presente nos vestiários. Nem presidente do clube será liberado se não tiver uma função definida.

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