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Música

Lançamentos nacionais: Mia Badgyal, BAKA, Carcaju

quinta-feira, 28/02/2019, 23:00 - Atualizado em 28/02/2019, 23:00 - Autor:


Influenciada pela PC Music e tecnobrega, a cantora e drag queen Mia Badgyal lança seu EP de estreia intitulado Mia.

A artista usa da simplicidade na realização de seu trabalho. Muito do processo de produção foi caseiro e algumas gravações foram realizadas em estúdios no Itaim Paulista, bairro na Zona leste de São Paulo no qual ela mora.

O trabalho conta com participações de Lisita e do guitarrista Vini Castellari. Um dos destaques do registro de Mia Badgyal é a gravação do hit tecnobrega “Não Desliga o Telefone”, da Banda Djavú.

BAKA

Lançamentos nacionais: Mia Badgyal, BAKA, Carcaju
Foto: Reprodução / Youtube

Em uma proposta de fundir a canção brasileira, o hip-hop de Los Angeles e também o minimalismo tecnológico japonês, BAKA lança o single “Daime & Mel”.

O músico explica que seu trabalho é sobre ser artista e anti-herói. “Uma proposta de música POP com um leve tom experimental, repleta de significados”, define.

A direção e edição da obra ficou por conta de Flávio Charchar. Esse é o terceiro single do cantor. Anteriormente ele divulgou os clipes de Guarda-roupa e Pré-natal.

Carcaju

Carcaju
Foto: Divulgação

O abafamento da natureza espontânea feminina é o tema central do álbum homônimo de estreia da banda paulistana Carcaju.

O registro reflete sobre a condição da mulher no meio urbano contemporâneo e na natureza, como compreender a si mesma, sem o filtro social e com o silenciamento instintivo que o gênero sofre desde o início dos tempos. “As principais mensagens desse trabalho são a do despertar, como ser e se tornar mulher e compreender o meio que nos envolve”, conta a vocalista Claudia Nishiwaki Dantas.

Uma das inspirações para o trabalho foi o livro Mulheres que Correm com os Lobos, da autora Clarissa Pinkola Estés. Foi nessa obra que Claudia conheceu a lenda de Carcaju, mulher que recolhe ossos de lobas mortas e entoa cantos sob eles a fim de curar o que está doente ou carece restauração, fazendo-as renascerem em forma de mulher.

Tanto no livro quanto no disco, se encontram reflexões sobre a vivacidade, a força, a labuta diária enfrentada pela mulher e o esmagamento da natureza espontânea feminina. A banda faz isso enquanto mescla gêneros e ritmos da música popular brasileira, experimenta arranjos não convencionais, batuques brasileiros, dialogando assim com o rock progressivo e a cultura pop.

Fonte: TMDQA!

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