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O Cosmo lança músicas que  que irão compor álbum “Cosmogonia”

Banda dá início a uma trilogia que culminará em um EP conceitual e temático

terça-feira, 09/02/2021, 10:30 - Atualizado em 09/02/2021, 19:42 - Autor: Michelle Daniel


EP “Caos” abre projeto que marca fase mais madura da banda, formada por Marcelo Farinha (vocalista), Brancoso (contrabaixista), Rafael Kabir (guitarrista) e Augusto Maia (baterista)
EP “Caos” abre projeto que marca fase mais madura da banda, formada por Marcelo Farinha (vocalista), Brancoso (contrabaixista), Rafael Kabir (guitarrista) e Augusto Maia (baterista) | Divulgação

"Caos”, “Eros” e “Gaia” são os nomes dos EPs que irão compor o primeiro álbum da banda de rock paraense O Cosmo, e o nome do trabalho também não poderia ser mais inserido no contexto: “Cosmogonia”. O primeiro EP da trilogia, “Caos”, foi lançado no final do janeiro e disponibilizou nas plataformas digitais as músicas “Erros”, “Falsas Apostas”, “Muros” e “Jornada”.

A trilogia forma o álbum conceitual que conta a origem do universo da forma que a banda acredita. “A gente separou por letras que contam essa temática e, na verdade, a trilogia foi se encaixando conforme a gente foi compondo e percebendo a analogia. Nesse primeiro EP, ‘Caos’, usamos metáforas para falar de sentimentos e relações humanas, do caos humano”, diz Brancoso, contrabaixista da banda.

Junto com ele, integram O Cosmo Marcelo Farinha (vocalista), Rafael Kabir (guitarrista) e Augusto Maia (baterista). A banda já existe há cinco anos, essencialmente tocando e cantando rock, misturando o clássico e o alternativo nas músicas autorais inspiradas no entendimento das relações humanas “em todas as plenitudes”, como frisa Brancoso. “A gente é um cronista dessas relações e buscamos trazer o cotidiano, às vezes filosofal e nem sempre com uma narrativa comum. Nossas músicas falam de sentimentos, ideias e inspirações de maneira lúcida”, explica o contrabaixista.

No caso da trilogia em especial, cada EP terá quatro faixas autorais e temáticas. O segundo disco, por exemplo, previsto para ser lançado no meio do ano, fala sobre o amor. Já final do ano chega o último trabalho, cujas canções contarão a manifestação em Gaia, como sendo a mãe natureza.

A ideia do grupo seria um lançamento com a presença do público, no entanto, assim como outros trabalhos culturais, a pandemia transformou a forma de os artistas se comunicarem, passando para o mundo virtual. “Como ficamos mais em casa, nos sobrou tempo para compor muita coisa. A gente já tinha bastante música e percebeu que dava pra fazer o lançamento dessa maneira, até mesmo pelo mercado musical. Decidimos, então, trabalhar o ano inteiro uma obra. Esse primeiro disco, por exemplo, começamos a produzir em outubro. Já temos todas as composições ensaiadas e prontas para gravar no estúdio”, diz Brancoso.

Paralelo ao lançamento dos EPs, a banda pretende divulgar o videoclipe da música “Urublus”, dueto gravado em parceria com a cantora Renata Del Pinho em 2019, e que traz uma temática regional citando como personagens a garça e o urubu, típicos da paisagem de Belém, e com referências a artistas como Dona Onete e Nilson Chaves. Além disso, um videoclipe da trilogia também está nos planos dos roqueiros, sem contar com uma live pré-gravada em comemoração aos cinco anos da formação da banda.

“A trilogia representa o nosso amadurecimento, compondo e tocando melhor. Estamos, cada vez mais, tentando nos profissionalizar, porque a gente sabe que a música autoral é difícil de ser consumida rapidamente. Por isso, a gente está buscando atingir um novo patamar”, comenta Brancoso.

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