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PREMIADOS

Confira os vencedores do 11º Festival de Música Popular Paraense

sexta-feira, 29/11/2019, 10:09 - Atualizado em 29/11/2019, 10:08 - Autor: Julyanne Forte e Monique Costa


Festival foi transmitido para mais de seis milhões de pessoas em todo o Estado
Festival foi transmitido para mais de seis milhões de pessoas em todo o Estado | Julyanne Forte/DOL

Música, dança e muita agitação tomaram conta do palco da Assembleia Paraense durante a apresentação dos doze finalistas do 11º Festival de Música Popular Paraense, realizado pela RBA, que definiu e premiou os vencedores na noite desta quinta-feira (28),  em Belém. O festival tem o patrocínio da Vale e do Parque Shopping, além da coordenação da produtora Marco Eventos.

Em meio a euforia das torcidas, o primeiro lugar do 11º Festival da Música Popular Paraense foi a música "Sou Belém do Pará", interpretada por Diego Xavier e premiada com o valor de R$ 15 mil. “Anauê Boi Bumbá”, do compositor Pedrinho Callado e interpretado por Joba, conquistou o segundo lugar e o prêmio de R$ 10 mil. Em terceiro, se consagrou como a melhor música “Mãe Terra”, um samba batucada composto por Almino Henrique e interpretado por Júnior Bambo.

Foram escolhidos também  Andréa Pinheiro como Melhor Intérprete; Jacinto Kahwage como Melhor Compositor e "Flores Despetaladas", como Melhor Arranjo, dos compositores Ziza Padilha e Dudu Neves e interpretada por Rogério Brito.

Show de intervalo como aquecimento antes da premiação Julyanne Forte/DOL
 

GRANDE NOITE

Para garantir uma avaliação justa e uma performance de primeira, o Festival contou com uma equipe de jurados experientes no meio artístico e que tinham em mãos uma enorme responsabilidade. Entre os jurados, estava o mestre Pinduca que participou do Festival pela segunda vez. “Eu espero que tenha sido feita uma boa seleção musical dos nossos candidatos”, disse o rei do carimbó.

Outro jurado de respeito, o músico violinista brasileiro Salomão Habib revelou que entre tantos artistas talentosos a escolha do vencedor pode ser difícil e afirmou que a avaliação técnica vai muito além do que uma boa harmonização.

“Na junção melodia e letra, em geral, deve-se ter muito cuidado na acentuação tônica. Isso é um critério básico, mas às vezes se tem um certo descuido. Esse é um dos elementos que faz com que uma música possa perder ponto”, explicou o jurado, que garantiu estar entre os melhores da música. “Mas é muito difícil porque são artistas muito talentosos, são pessoas que têm um grau de musicalidade fora do padrão em termos de positividade”.

E qual seria a fórmula secreta para manter 11 edições de um festival que se tornou tradição entre os paraenses? Nas palavras do diretor geral do grupo RBA, Camilo Centeno, nada mais é do que muita dedicação, gostar do que faz e, principalmente, dos inúmeros talentos que se consagraram nos palcos nesses últimos anos. “O festival hoje está consagrado, faz parte do calendário paraense e fico feliz a cada ano porque esse é o grande momento da música popular paraense. E a RBA tem procurado sempre incentivar e reconhecer esses talentos que os paraenses têm em várias áreas e na música não é diferente. Nós temos vários ritmos. Todos maravilhosos! E essa noite é uma noite que a gente mostra um pouquinho disso para todo o estado do Pará”, revelou, satisfeito.

Ricardo Frota interpretou a música "Corações em Resumo"
Ricardo Frota interpretou a música "Corações em Resumo" Julyanne Forte/DOL

Antes da apresentação

Ricardo Frota interpretou a música "Corações em Resumo"
Ricardo Frota interpretou a música "Corações em Resumo" Julyanne Forte/DOL
 

O cantor e compositor Eudes Fraga subiu aos palcos e apresentou “Videira e Vinho”. O cearense, que fixou raízes em terras papa-chibé há 15 anos, abriu o coração minutos antes de se apresentar. "Estou feliz demais de morar nessa cidade", revelou. Questionado sobre o que esperar de sua apresentação, respondeu: "o que o público pode esperar de mim sempre é a emoção maior do momento porque eu canto com o coração. O que tá na mão da gente é cantar o que a gente sente. O resto tá na mão do jurado.

Eudes Fraga apresentou "Videira e Vinho"
Eudes Fraga apresentou "Videira e Vinho" Julyanne Forte/DOL
 

Participando pela nona vez do Festival, Firmo Cardoso entrega para o público sua obra "Corações em Resumo", um bolero interpretado por Ricardo Frota. O bolero foi criado com base no relacionamento de Firmo e sua esposa. "Foi no nosso início de relacionamento, uma coisa muito difícil e que vocês vão acompanhar na letra da música. Puro romantismo", garantiu. 

Confira a ordem:

 

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