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"GAÚCHO"

Ex-cinegrafista que processou Faustão morre vítima de covid-19

"Gaúcho" ficou famoso durante a década de 90 ao ser alvo de piadas feitas por Fausto Silva durante o Domingão

terça-feira, 05/01/2021, 18:14 - Atualizado em 05/01/2021, 18:14 - Autor: Com informações de Veja


| Reprodução

A pandemia de covid-19 fez mais uma vítima. O cinegrafista Ivalino Raimundo da Silva, o "Gaúcho", de 81 anos, morreu no dia 28 de dezembro após sofrer complicações devido a doença. Ele trabalhou por 7 anos no Domingão do Faustão e ficou famoso durante a década de 90 ao virar alvo de piadas feitas pelo apresentador.

O ex-cinegrafista do Domingão trabalhou no programa de 1989 a 1996. Por causa das brincadeiras de Faustão, feitas ao vivo, Gaúcho chegou a processar a TV Globo e o apresentador em 1995, pedindo indenização de R$ 1 milhão. Ele alegava que sua imagem era explorada de modo indevido. Em 2004, ele venceu a batalha judicial.

Ivanildo carregava sempre uma expressão séria e não sorria em frente às câmeras. Por causa de sua personalidade, Faustão o chamava de "Gaúcho do armário", "mais antigo câmera da América Latina" e "galã de velório".

Após deixar a Globo, Gaúcho fez tratamento contra o Parkinson, doença que o acompanhou por 24 anos.

Na véspera do último Natal, ele foi internado no Hospital Geral do Ingá, em Niterói, Rio de Janeiro, onde testou positivo para o coronavírus. Ele morreu dois dias depois após sofrer duas paradas cardíacas.

A viúva do ex-cinegrafista, Ruth Gomes Pereira, confirmou a notícia à revista Quem. "A grande dúvida é sobre como ele pegou Covid. Porque seguíamos todos os protocolos, o uso de máscara, álcool gel, isolamento. Ele foi para para o hospital porque apresentou um problema no pulmão. Lá, o primeiro teste deu negativo, já o segundo positivou. Aí o problema pulmonar se agravou”, conta a mulher que viveu 31 anos ao lado de Gaúcho.

Ainda segundo a viúva, a relação entre Gaúcho e Faustão era amistosa. “Ele era uma pessoa doce e alegre. Mas criou aquele personagem para o Faustão porque não queria uma interferência, ele era tímido, queria ficar quieto. A relação deles era boa. O Gaúcho só não tolerava aparecer”, disse. 

Ivalino deixa quatro filhos, quatro netos e um bisneto.

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