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RESPOSTA

Dupla Jorge e Mateus se pronuncia após polêmica com Cris Flores

quinta-feira, 30/07/2020, 09:05 - Atualizado em 30/07/2020, 09:14 - Autor: Com informações de Metrópoles


A assessoria dos cantores disse que eles desconheciam a presença de lanchas no Lago Paranoá. Ministério Público investiga irregularidades
A assessoria dos cantores disse que eles desconheciam a presença de lanchas no Lago Paranoá. Ministério Público investiga irregularidades | Reprodução

As imagens de aglomeração durante show da dupla Jorge e Mateus repercutiram tão mal que os cantores se sentiram na obrigação de se pronunciar sobre o episódio. Três dias depois do evento, que ocorreu no último sábado (25/7), os sertanejos divulgaram uma nota em que afirmam não concordar com os fatos ocorridos no Lago Paranoá. As cenas foram reveladas com exclusividade pelo portal Metrópoles e repercutiram nas redes sociais.

Nessa terça-feira (28/7), a apresentadora Cris Flores fez um desabafo indignado a partir das imagens. Durante a transmissão de seu programa, ela chamou as pessoas que estavam nas lanchas de egoístas.

Em nota enviada à colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a assessoria da dupla sertaneja informou que Jorge e Mateus foram contratados para apresentar o evento, que “ocorreu dentro de um complexo hoteleiro, com a plateia em seus quartos, sem acesso às áreas comuns e sem trânsito de pessoas”.

“Ressalta-se que Jorge e Mateus somente concordaram com a contratação para a realização da live após a comprovação e garantia dos organizadores de que haveria o cumprimento das normas de segurança em relação à saúde de todos e mediante apresentação de todos os documentos dos órgãos da administração pública que autorizasse a realização do evento – o que foi feito”, disse ainda.

No entanto, conforme mostrou reportagem do Metrópoles, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apura indícios de irregularidades no evento, como a falta de licenciamento para que o show ocorresse.

O Ministério Público de Contas do DF (MPC) também entrou com representação contra o evento. No documento, o procurador-geral Marcos Felipe Pinheiro Lima pede que o Tribunal de Contas do DF (TCDF) apure possíveis transgressões aos princípios da legalidade, da eficiência, da razoabilidade e do interesse público.

O MPC apurou se o evento, realizado no último sábado (25/7), tinha autorização para ocorrer e, segundo aponta, não foram encontradas autorizações da Administração Regional do Plano Piloto nem do Corpo de Bombeiros Militar.

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