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CRIME VIRTUAL

Atriz de Malhação vai parar no XVídeos: “pensei em me matar”

Descoberta foi feita em novembro, desde então, ela luta para superar as sequelas que um episódio como este causam

quinta-feira, 09/07/2020, 11:04 - Atualizado em 09/07/2020, 11:04 - Autor: Com informações de UOL


Atriz Pillar Costa em teste para elenco.
Atriz Pillar Costa em teste para elenco. | Reprodução

Pillar Costa participou da novela Malhação em 2019 e agora vem atravessando um dos momentos mais dolorosos de sua vida. Ela caiu em depressão após ter um vídeo publicado em site pornô, e sem sua permissão. Dona de um canal no YouTube, a atriz falou sobre a situação e revela que até “pensou em se matar” após a descoberta. Nas imagens, que já foram retiradas do ar, Pillar, que além de ser atriz, também dá aulas de teatro, aparece dançando e vestida.

A atriz, que já não trabalha mais na Globo, conta também que recebeu a informação de que um vídeo seu estava na plataforma XVideos pelo seu pai, que ligou diretamente de Ubá, Minas Gerais, lugar onde nasceu.

Pillar Costa - www.webclipe.com - YouTube

“Meu pai, de 71 anos, muito nervoso, me peguntando se eu tinha vindo para o Rio para virar prostituta. Foi um choque até processar tudo isso. Quando entrei no site e digitei meu nome, achei um vídeo meu dançando funk, de roupa, que tinha gravado para um canal de humor. O título era: A dançarina mais gostosa Pillar”, contou.

Na sequência, diz que pediu que o site retirasse do ar o vídeo e em menos de 24h as imagens não estavam mais disponíveis. Porém, o estrago familiar já estava feito: “Meu pai ficou dois meses sem falar comigo. Muita gente me apontava [o dedo], me questionava. Descobri que já sabiam antes mesmo de me avisarem e aquilo me consumiu”.

Além dos vídeos gravados para o YouTube, falando sobre o tema, Pillar Costa também criou um projeto de acolhimento para mulheres que tenham passado pela mesma situação constrangedora que ela passou.

“O que eu posso ajudar é com o apoio para que elas mostrem a cara e denunciem o que passam. Digo que não sou psicóloga, mas encaminho para parceiras que dão orientação terapêutica e jurídica. O objetivo é unir mulheres que passam pelo mesmo para que elas não sejam vítimas para sempre. É preciso transformar o negativo em positivo”, concluiu.

Assista ao vídeo abaixo:

 


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