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POLÊMICA

Aguinaldo Silva critica Bolsonaro por suspender filmes LGBT e apaga post

quinta-feira, 22/08/2019, 19:05 - Atualizado em 22/08/2019, 19:15 - Autor: Com informações Yahoo


O contratado da Globo ficou indignado com a medida do presidente Bolsonaro.
O contratado da Globo ficou indignado com a medida do presidente Bolsonaro. | Reprodução/Instagram

O novelista da Globo Aguinaldo Silva usou o seu perfil oficial das redes sociais para fazer um verdadeiro desabafo contra o presidente Jair Bolsonaro na última quarta-feira (21). Mas, parece que o escritor se arrependeu e, logo após a repercussão, apagou o post.

Na publicação,o autor de obras como 'Senhora do Destino' e 'Tieta' criticou a medida do governo de suspender edital público para a seleção de produções audiovisuais com a temática 'diversidade de gênero' para a televisão.

No Twitter, Aguinaldo comparou a decisão com a perseguição a gays na década de 1970. "Nós, gays e etc.., teremos que nos esconder ou então correr da polícia de novo como acontecia na década de 70? É o que parece. Governo Bolsonaro suspende edital para TVs públicas que tinham séries LGBT."

A mensagem foi apagada da internet, mas muitos seguidores já haviam compartilhado o post.

CONFIRA NA INTEGRA O POST!

(Reprodução)
 

Entenda o caso!

Bolsonaro citou filmes com temáticas de LGBT e racismo para dizer que as obras "não têm cabimento" e não devem receber recursos da Agência Nacional do Cinema.

Ele lembrou das críticas que fez semanas atrás ao filme sobre Bruna Surfistinha, que recebeu recursos através da Ancine, e negou que sua postura seja de censura. "Não censurei nada. Quem quiser pagar... a iniciativa privada, fique à vontade. Não vamos interferir nada. Mas fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para ser captados recursos no mercado. Olha o nome de alguns! O nome e o tema", anunciou Bolsonaro, antes de começar a listar filmes de temática LGBT.

Ele criticou também uma obra chamada "Religare Queer". "O filme é sobre uma ex-freira lésbica!" – falou Bolsonaro, enfatizando o termo – "e daí são dez episódios. Tem a ver com 'religiões tradicionalmente homofóbicas e transfóbicas'. Tudo tem a ver... sexualidade LGBT com evangélicos, católicos, espíritas, testemunhas de Jeová, umbanda, budismo, candomblé, judaísmo, islamismo e Santo Daime", disse ele, aparentemente lendo os temas abordados na obra.

O contratado da Globo ficou indignado com a medida do presidente Bolsonaro.
O contratado da Globo ficou indignado com a medida do presidente Bolsonaro. | Reprodução/Instagram
O contratado da Globo ficou indignado com a medida do presidente Bolsonaro. | Reprodução/Instagram

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