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ALMANAQUE

Projeto musical expande história da música paraense na web

Nas redes sociais amigos contam um pouco da história dos artistas paraenses.

sábado, 21/11/2020, 09:07 - Atualizado em 21/11/2020, 09:12 - Autor: Assessoria


Gil Santos e Dede Borges se uniram pela música
Gil Santos e Dede Borges se uniram pela música | Divulgação

A gente conhece muitos nomes o cenário da música paraense. Mas você já conhece os novos personagens da arte do Pará? Já conhece a história deles?

O músico Gil Santos resolveu compartilhar nas redes sociais o Almanaque Paraense, que leva o cenário música como conhecimento para as redes sociais. Bandas, músicos, bastidores e uma variedade de conteúdos que ficam esquecidos com o tempo muitas vezes no mundo do entretenimento.

 Como o próprio nome sugere, almanaque nada mais é que um informativo com trechos, canções e diversas indicações úteis para o conhecimento da sociedade. “A intenção é colocar em evidências muitas informações perdidas, em um local que pudesse ser consultado sempre. E claro, tudo de forma digital para facilitar que as pessoas estejam mais próximas da história musical do Pará”, explicou Gil Santos.

A ideia de colocar as informações musicais paraenses em um só lugar surgiram ainda na pandemia, quando a classe musical teve suas atividades suspensas. Ainda diante da dificuldade, Gil Santos viu a necessidade de ter um portfolio musical completo. “Comecei a trabalhar no Almanaque Paraense por duas necessidades, a primeira em produzir algo para a classe musical e a segunda para ter plataformas que valorizem os músicos paraenses”, contou.

Quem embarcou junto com Gil, foi Dede Borges, produtor musical e tecladista. “Na verdade, eu sou um colaborador, sempre que há necessidade de uma informação sobre cantores ou música disponibilizo. Como gravei com bastante de Belém e do Norte, dou a minha colaboração nesse sentido”, disse.

A parceria entre Gil e Dede é bem antiga, além da amizade, os parceiros profissionais somam diversos projetos juntos. “Sempre conversamos muito sobre a ausência de ter matéria disponível sobre diversos artistas e obras paraenses, nem na internet conseguimos. É uma dificuldade real, então estamos levando a oportu8nidade das pessoas conhecerem um pouco mais da música no Pará’, finalizou Dede.  

O Almanaque Paraense está disponível no Facebook e Instagram. Siga os projetos nas redes sociais.

Facebook: Almanaque paraense

Instagram @paraensealmanaque

 

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