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MISTURINHA DA BOA

Projeto Secreto Macacos faz do primeiro álbum caldeirão de ritmos

quinta-feira, 02/07/2020, 08:39 - Atualizado em 02/07/2020, 08:41 - Autor: Aline Rodrigues


| Divulgação

Juntando ritmos como jazz, salsa, bossa e ska com o rock, o Projeto Secreto Macacos, banda paraense de música instrumental experimental formada há mais de dez anos, está lançando seu primeiro álbum oficial. “Experimental Jazzcore Jungle” chegou ontem às plataformas digitais de música.

“Este álbum tem nove faixas inspiradas em toda a trajetória da banda, mas com a pegada da atual formação. O lançamento será digital, porém em breve lançaremos os formatos físicos também”, diz o guitarrista Fábio Viana. A atual formação conta ainda com Jacob Franco nos pads de efeitos, teclados e samplers, Thales Campêlo no baixo e Rodrigo Jorge na bateria.

Até então apenas com um EP (“Projeto Secreto Macacos”, de 2013) e alguns singles lançados, a banda levou mais de um ano na produção deste primeiro álbum cheio. “Tivemos esse cuidado todo sem ter pressa. A banda inicialmente tinha uma formação com mais integrantes. Chegou a tocar com nove pessoas no palco, hoje somos quatro, então muita coisa teve que ser adaptada e repensada. A criação surgiu de forma muito natural, cada um chegava com uma ideia nos ensaios e daí seguíamos os quatro costurando uma colcha de retalhos, que eram as músicas”, compara Fábio.

Todo o processo de gravação até o resultado final foi acompanhado bem de perto pelos integrantes da banda, pois quem gravou, mixou e masterizou todo o álbum foi o baterista Rodrigo Jorge, dono do Hey Ho Studio. “Ele foi peça importante nessa produção toda, mas no final acaba que a produção fica assinada pela banda mesmo, pois é um processo que tem o dedo de todos”, complementa Fábio.

EXPERIMENTAL

O Projeto Secreto Macacos nasceu com a proposta de fazer um som experimental e instrumental, com temas e simulações sonoras que remetessem ao cotidiano urbano, da periferia, com a proposta de coletividade. “Foi composta por membros de outras bandas de punk rock, jazz, hardcore e world music, com a ideia de misturar nossas influências e tentar ter uma sintonia de forma universal, fazer algo que não havíamos feito antes, pois surgiu como um projeto paralelo que virou banda”, lembra Fábio.

O músico diz que a pandemia foi um banho de água fria nos planos da banda para a divulgação do primeiro álbum, onde possíveis viagens foram inviabilizadas, e isso frustrou um pouco a todos. Mas eles estão tentando se adaptar ao “novo normal”, conseguindo interação muito melhor nas redes sociais, e com isso apostando que o álbum vai ser bem difundido e bem recebido pelo público em geral.

“Estamos pretendendo fazer uma live e estamos produzindo um minidocumentário sobre o álbum, mostrando um pouco das gravações e com alguns depoimentos da banda. Estamos também analisando propostas de tocar em festivais nesse formato de live. A intenção era fazer alguns shows em Belém e fora do estado após o lançamento, porém a pandemia adiou esses planos”, diz Fábio.

Ouça

“Experimental Jazzcore Jungle” - Projeto Secreto Macacos

Onde: principais plataformas de streaming

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