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Página reunirá empreendedores LGBTQIA+ paraenses em dois dias de live

sábado, 27/06/2020, 00:04 - Atualizado em 27/06/2020, 02:36 - Autor: Julyanne Forte


Trabalho de bordado da empresa Cada Ponto um Ponto
Trabalho de bordado da empresa Cada Ponto um Ponto | Reprodução/Instagram

Com o tema "Histórias de Resistência no Empreendedorismo", a empresa Cada Ponto um Ponto reunirá seis paraenses e uma amazonense, todos LGBTQIA+, para falar sobre temas variados no universo do empreendedorismo. As conversas serão divididas em dois dias: na próxima segunda-feira (29) e terça-feira (30), às 18h, através deste link no instagram. 

Entre as convidadas estão as donas da loja Alô Abigail, um Sexy Shop que atende prioritariamente o público LGBTQIA+; O ilustrador e quadrinista, Alan Furtado, que vai falar sobre a representatividade de corpos negros LGBTQIA+ no trabalho dele; A proprietária da loja Jaemi Bordados, que mostrará a importância da representatividade, além de abordar um viés político e sustentável da marca dela;

Outros empreendedores que também participarão da live são: Rodrigo Leão, artista visual, que vai dialogar sobre pesquisas e trabalhos sócio-educacionais, em especial através de ilustrações em materiais didáticos; Rafael Carmo, que também é artista visual e educador social, e busca dar visibilidade a corpos trans, assim como o dele, por meio de técnicas de produções; e, por fim, a manauara Auá Mendes, que é artista indígena e aborda nas obras dela o corpo marginalizado indígena, travesti e preto. 

"A expectativa é que nossos amigos, clientes, familiares, vejam que o peso de empreeender, enquanto LGBTQIA+ é muito grande, pois nos fazemos em mil para empreender, e grande maioria trampa sozinho ou com a sua parceira, e temos que sempre olhar de todos os ângulos a sociedade, nos fazer resistentes com a nossa arte e lutar contra a LGBTfobia", disse Marleyssa de Paula, que idealizou o evento junto com a parceira dela, Beatriz Lima.

Além disso, Marleyssa enfatiza que é difícil se manter bem todos os dias enquanto muitos LGBTQIA+ morrem por conta da LGBTfobia. "Nós estamos todos os dias vivendo, resistindo, para mostrar e fazer nossa arte ser divulgada e respeitada", finalizou Marleyssa.

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