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FESTIVAL GASTRONÔMICO

Estrela Azul Delivery segue com opções de pratos de primeira qualidade

domingo, 21/06/2020, 10:32 - Atualizado em 21/06/2020, 10:44 - Autor: Luiz Flávio


A Forneria
A Forneria | Divulgação

Depois de um mês de muitas entregas e “viagens gastronômicas” pelos sabores de 23 restaurantes, este Festival Gastronômico Estrela Azul Delivery encerrará na próxima quarta-feira com sabor de quero mais.

Durante esse período, os clientes puderam ter acesso a um diferenciado e exclusivo menu feito pelos estabelecimentos especialmente para o festival a um preço bastante acessível. Ao mesmo tempo, ajudaram a dar um fôlego fundamental ao setor de gastronomia da cidade, que funciona exclusivamente por delivery desde a decretação do distanciamento social decorrente da pandemia do novo coronavirus.

Ricardo Lucas, proprietário do restaurante “A Forneria”, diz que o Festival Estrela Azul já entrou para o calendário gourmet de Belém. “Este ano a edição delivery, como opção para movimentar não só os restaurantes, mas também a quarentena de muitas pessoas, foi fantástica e um diferencial que movimentou o setor”, coloca.

Ele diz que festivais desse tipo são muito importantes, tanto para o público quanto para os restaurantes ao pôr em evidência o melhor da culinária local, gerando curiosidade e, consequentemente, público.

“Isso nos estimula e nos desafia, aumentando nosso empenho em trabalhar cada vez melhor. Iniciativas como essa devem ser sempre apoiadas por todos e o jornal DIÁRIO DO PARÁ merece nossos parabéns por sempre inovar”. Até a última quarta-feira “A Forneria” já havia contabilizado 210 pedidos no período do festival, a cargo de 30 colaboradores.

O restaurante elaborou de entrada bruschetta à pomodoro ao creme de gorgonzola. Como prato principal filé ao molho roti e confit de cebola caramelizada, acompanhado de batata recheada ao molho fungui secchi. E para a sobremesa mousse de chocolate branco com coulis de frutas vermelhas

Moquén
Moquén Divulgação
 

Marcos Alves, sócio do Boteco do Camarão e gerente do restaurante Moquén ressaltou a importância estratégica do Festival Estrela Azul para a gastronomia paraense, onde restaurantes e chefs de cozinha conseguem se superar com suas equipes para apresentar o que têm de melhor para os clientes.

“Caprichamos nas criações gastronômicas dos restaurantes. Este ano foi atípico devido a esta situação de pandemia mundial. Mesmo assim conseguimos inovar mostrando ao mundo a diversidade dos nossos insumos, com muita criatividade. A culinária do Pará e da Amazônia merece sempre ser ressaltada. Parabéns ao DIÁRIO DO PARÁ por nos dar mais esta oportunidade”, comemora.

Boteco do Camarão
Boteco do Camarão Divulgação
 

O menu do Boteco do Camarão é unha de caranguejo (entrada), moqueca amazônica (prato principal), e pudim com calda de ervas amazônicas (sobremesa). O Moquén oferece coxinha de camarão (entrada), pirarucu do Moquén com banana frita e farofa de pirarucu com banana (prato principal) e creme de cupuaçu com camadas de doce de cupuaçu e castanhas do Pará (sobremesa).

AÇAÍ

Nazareno Alves da Silva, proprietário do Point do Açaí avalia que, mais importante que a quantidade de pratos vendidos durante o festival, é a qualidade da iniciativa inédita do jornal em promover um festival delivery e movimentar novamente o setor durante um dos períodos mais difíceis vividos pelo setor nos últimos anos.

Point do Açaí
Point do Açaí Irene Almeida
 

“Conseguimos vender uns 200 menus até agora e o grande lance foi que atingimos pessoas que não conheciam nosso restaurante e o sabor dos nossos produtos, principalmente o do açaí, o carro-chefe da casa. Conseguimos divulgar a nossa marca maravilhosamente! Parabéns ao DIÁRIO pela iniciativa e esperamos que eventos desse tipo se multipliquem e ajudem a gastronomia paraense”.

O “Point” elaborou um menu bem típico para os clientes, tendo charque frito com macaxeira (entrada), filé de gó acompanhada de arroz, farofa e vinagrete (prato principal) e 500ml de açaí com 1 litro de farinha de tapioca (sobremesa).

Maurício Façanha, dono do Ver-o-Açaí, também comemora o sucesso da iniciativa. Ele conta ter vendido cerca de 30 pratos do festival apenas no Dia dos Namorados. “Foi primordial ter lançado esse festival nesse momento crítico do setor. Recebemos muitos elogios nas redes sociais e ligações de clientes”.

Ver-o-Açaí
Ver-o-Açaí Ricardo Amanajás
 

O empresário ressalta que a marca do festival é muito forte. “Aqueceu meu movimento e me trouxe uma gama de clientes que não conheciam a minha casa. Isso vai agregar muito à minha base. Creio que 70% dos menus que vendi foram para novos clientes graças ao festival”, contabiliza.

O menu do restaurante é o seguinte: de entrada bolinho de maniçoba com geleia de jambu e bolinho de piracuí com molho de pimenta; como prato principal pirarucu dengoso (posta de pirarucu frito acompanhado de arroz de tucupi com jambu cremoso); e como sobremesa mini taperebá cabano (creme de taperebá coberto com farofa crocante de castanha-do-Pará).

 

 

DOL
 

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