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SOLENIDADE

Academia de Música do Brasil homenageia Maestro Tinho 

quinta-feira, 29/08/2019, 15:47 - Atualizado em 29/08/2019, 15:47 - Autor:


O maestro conduz projeto de educação musical em Santarém
O maestro conduz projeto de educação musical em Santarém |

Novos membros da Academia de Música do Brasil (AMB) tomam posse hoje, durante uma solenidade que ocorrerá em São Paulo. Entre os indicados para receber o título de Membro Honorário da Academia, está o maestro paraense José Agostinho da Fonseca Neto, o Tinho, filho de Wilson da Fonseca, o Maestro Isoca, que dirige em Santarém  instituto que leva o nome do pai e um projeto de educação musical no município.

O maestro Tinho conta que recebeu a notícia com um sentimento misto. “Fiquei surpreso e orgulhoso, enquanto paraense, pelo reconhecimento que estão dando aos músicos do Pará. Eu não imaginava receber essa indicação porque o meu trabalho é voltado para a formação de crianças e jovens, mas fico honrado, porque acredito que a intenção é reconhecer o trabalho que está sendo feito em Santarém, e nos motiva a fazer muito mais”, diz.

Também filho de Isoca,  o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8) e compositor Vicente Malheiros da Fonseca, foi empossado em junho como Imortal da Música Erudita Brasileira para ocupar a Cadeira n° 27 na AMB, cujo patrono é seu pai.

Ele é ainda o vice-presidente da entidade e Conselheiro Perpétuo na Cadeira n° 20, cujo patrono é Francisco Braga. “O Instituto Maestro Wilson Fonseca tem mais de 25 anos em Santarém. Tinho é o mais autêntico herdeiro de música, ficou em Santarém e seguiu as pegadas do meu pai”, festeja o irmão.

Malheiros embarcou ontem a São Paulo para participar da solenidade de posse de novos membros. “Esses nomes indicados são de pessoas muito conceituadas, dentre eles, músicos com projeção internacional, que não estão nas rádios porque a Academia é concentrada na música erudita”,  diz ele.

Com sede no Rio de Janeiro, a AMB foi fundada por iniciativa do músico e crítico Luís Roberto Von Stecher Trench, que preside a  entidade e  possui uma relação muito próxima com a música do Pará. “O Agostinho é um maestro muito operoso no Pará, uma celebridade regional, além de ser irmão do Vicente Malheiros, que é músico de primeira categoria, e filho do maestro Isoca. Indiquei diversas pessoas do Pará para receber o título honorário, o governador Helder Barbalho, o maestro Tinho e também o maestro Miguel de Campos Neto e a superintendente do Conservatório Carlos Gomes, Glória Caputo. O Pará é um estado totalmente especial. É o local onde Carlos Gomes faleceu,  já tem essa aura mística. Na Academia, temos a [compositora santarena] Rachel Peluso que é figura muito importante. Em homenagem a esse estado, quisemos arregimentar as importantes figuras do Pará”, frisa.

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