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NOVO CANGAÇO

‘Escudo humano’, explosivos e terrorismo. Veja a dinâmica do assalto em Ulianópolis

Sábado, 01/12/2018, 10:07:00 - Atualizado em 01/12/2018, 10:38:45 Ver comentário(s)

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‘Escudo humano’, explosivos e terrorismo. Veja a dinâmica do assalto em Ulianópolis (Foto: Reprodução)
Reféns foram usados como "escudo humano" pelos criminosos. (Foto: Reprodução)

Tiros por todo lado, explosivos e criminosos fortemente armados, que invadem agências bancárias do interior, fazendo moradores reféns, ameaçando e enfrentando policiais, como uma espécie de “novo cangaço”. Assim foi a ação de uma quadrilha ao Banco do Brasil, no município de Ulianópolis, no sudeste paraense, na noite da última sexta-feira (30).

A ação de um grupo - ainda não se sabe quantos homens ao todo, mas especulam em torno de 10 assaltantes - começou por volta de 21h e durou pouco mais de uma hora, segundo a Polícia Civil.

O grupo, de acordo com a PC, invadiu a cidade efetuando disparos, em pelo menos, dois veículos. Em seguida, foram em direção ao banco, onde no caminho, cerca de cinco moradores foram feitos reféns e levados até o estabelecimento bancário, onde foram colocados como “escudo humano”.

Ainda segundo a PC, os criminosos usaram explosivos para detonar dois terminais de autoatendimento bancário e um cofre. Não houve feridos. Ainda não se sabe se valores em dinheiro foram roubados.

Na fuga, os suspeitos liberaram os reféns e tomaram rumo em direção à saída da cidade, que estava bloqueada pela Polícia Militar, tanto na saída no sentido da BR-010 (Belém-Brasília), quanto na saída no sentido de Dom Eliseu.

Com isso, os bandidos ficaram rodando por dentro da cidade, até tomarem rumo em direção à zona rural de Ulianópolis, por meio de uma estrada vicinal, onde as buscas são realizadas desde ontem, segundo a PC.

Policiais Civis da Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos (DRRB), da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), militares do Comando de Policiamento Regional e do Comando de Operações Especiais (COE), enviados de Belém como reforços, ainda estão na cidade.

(DOL)



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