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Pedreiro é executado com 5 tiros na cabeça em Ananindeua

Segunda-Feira, 17/07/2017, 11:39:47 - Atualizado em 17/07/2017, 11:39:47 Ver comentário(s) A- A+

Pedreiro é executado com 5 tiros na cabeça em Ananindeua (Foto: Celso Rodrigues)
O pedreiro Ronaldo Dias de Souza, 25 anos, foi assassinado e sua bicicleta e seu celular foram roubados. (Foto: Celso Rodrigues)

Para a perícia criminal, não há dúvidas de que o caso foi uma execução sumária. Porém, a família não sabe o que pode ter motivado o assassinato do pedreiro Ronaldo Dias de Souza, de 25 anos, na manhã de sábado (15). Ele seguia com a esposa numa bicicleta pela Estrada do Cajuí, no bairro do Maguari, em Ananindeua, quando levou 5 tiros na cabeça.

Assustada, a companheira conseguiu fugir e foi para a delegacia registrar a ocorrência, já ele não resistiu aos ferimentos. Quando os familiares dele chegaram ao local do crime, constataram que, além de assassinado, Ronaldo teve bicicleta e o telefone celular roubados, mas não pelos atiradores.

“Quando percebi que ele estava sem o celular no bolso, telefonei. E o cara que atendeu já foi logo perguntando o que eu era para o homem que tinha morrido e que não ia devolver o aparelho”, relatou o irmão de Ronaldo, que teve a identidade preservada.

Para a família, o pedreiro não teria envolvimento com a criminalidade nem passagem pela polícia. Também desconhecem se Ronaldo se envolveu em alguma briga recentemente. “Ele estava indo na bicicleta com a esposa para comprar material de construção e fazer um forro”, disse o irmão.

IMAGENS

O delegado Jivago Ferreira, da Polícia Civil, esteve no local e deu início às investigações. Ele pretende solicitar imagens de circuito de segurança de estabelecimentos comerciais das proximidades, que possam ajudar na identificação dos suspeitos.

O perito criminal Jadir Athaíde ressaltou que todas as características do local indicam que Ronado sofreu uma execução. O crime, aponta o Jadir, não foi motivado por tentativa de assalto ou coisa parecida. “Os tiros foram disparados na cabeça e no rosto”, descreveu.

(Denilson d’AlmeidA/Diário do Pará)





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