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Jovem é executado no quintal de casa com tiros na cabeça e no rosto

Segunda-Feira, 17/07/2017, 10:50:44 - Atualizado em 17/07/2017, 10:50:44 Ver comentário(s) A- A+

Jovem é executado no quintal de casa com tiros na cabeça e no rosto (Foto: Wagner Santana)
Emerson Pablo Pereira da Silva, de 18 anos, não teve como se defender. Testemunhas contaram que os assassinos eram cinco homens. (Foto: Wagner Santana)

Sem perceber os algozes, Emerson Pablo Pereira da Silva, de 18 anos, foi surpreendido pelas costas e executado com 5 tiros na cabeça enquanto conversava com outras 2 pessoas, na tarde de ontem.

O crime aconteceu no quintal de um complexo de humildes residências da Quadra 62 da ocupação Carlos Marighella, bairro do Aurá, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. 

De acordo com o delegado de plantão da Divisão de Homicídios, da Polícia Civil, Eduardo Rollo, o jovem morava em outra localidade e estava no bairro, na casa de familiares, que desconheciam envolvimento dele com a criminalidade. “Vamos apurar o caso”, relatou o policial civil. 

Emerson estava conversando com outras 2 pessoas no quintal comum a diversas outras residências. Segundo as primeiras informações repassadas por testemunhas aos policiais civis, 5 homens invadiram o terreno, que é de fácil acesso a qualquer pessoa, e acertaram o rapaz.

De acordo com o perito criminal Jadir Ataíde, do Centro de Perícias Científicas (CPC) em primeira analise, é possível que a vítima tenha sido surpreendida pelas costas, sem chance de defesa. Três disparos atingiram a região posterior da cabeça e 2 no rosto. 

“Pelo local onde estava o corpo, acreditamos que ele estava sentado e possivelmente foi surpreendido por trás, com os tiros na cabeça. Foram zonas específicas que caracterizam execução. Uma bala naquela região já seria fatal, mas ainda assim disparam mais, como se estivessem dando o tiro de misericórdia”, explicou.

Nenhum artefato balístico foi encontrado no local pelos peritos, por isso o calibre da munição e tipo de arma somente serão identificados após exame de necropsia.

(Emily Beckman/Diário do Pará)





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