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Morto a tiros em Castanhal por encapuzados

Sexta-Feira, 21/04/2017, 10:41:09 - Atualizado em 21/04/2017, 10:41:09 Ver comentário(s) A- A+

Morto a tiros em Castanhal por encapuzados (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Leonardo da Silva Gomes, 31 anos, foi assasinado por 3 homens encapuzados, segundo informações repassadas por testemunhas ao delegado Nélio Magalhães, da Divisão de Homicídios (DH) da cidade de Castanhal, na região nordeste paraense. O crime aconteceu na madrugada de anteontem, por volta de 1h, no bairro Ianetama, mais precisamente na rua Comandante Assis. Leonardo estava em frente a uma residência quando foi executado com 5 tiros, a maioria na cabeça. Morreu no local. 

O corpo foi removido por peritos para o Instituto Médico Legal (IML). Os atiradores teriam fugido do local em um carro, de modelo, cor e placa não anotados por testemunhas. Homens da Polícia Militar realizaram buscas na tentativa de localizar e prender o trio, mas nenhum suspeito foi encontrado. Leonardo morava na rua São João, no mesmo bairro em que foi assassinado. As causas ainda são desconhecidas e os matadores estão foragidos.

Adolescente é trucidado a terçadadas em Castanhal

Ainda na cidade de Castanhal, um adolescente de 15 anos morreu após receber 3 terçadadas pelo corpo, desferidas por outro adolescente da mesma idade. O crime ocorreu na segunda-feira (17), mas só no dia seguinte familiares registraram o fato na sede da Divisão de Homicídios (DH) do Apeú, distrito castanhalense.

De acordo com o delegado Nélio Magalhães, o crime foi por motivo fútil. “Os 2 adolescentes tinham uma ‘desavença’. Eles disputavam uma menina, também adolescente”, explicou o delegado. Um dos garotos andava de bicicleta pelas ruas do bairro Héliolândia quando foi atacado pelo seu algoz. Atingido com a primeira terçadada pelas costas, o jovem caiu no chão, momento em que recebeu mais 2 terçadadas na cabeça. O infrator fugiu do local correndo e ainda não foi localizado.

Ferido gravemente e sangrando bastante, a vítima foi socorrida e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas, mas não resistiu. Familiares dela não informaram os locais de velório e sepultamento.

(Tiago Silva/Diário do Pará)





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