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Paysandu mantém aquele sigilo que já é tradição

Sexta-Feira, 08/02/2019, 08:06:02 - Atualizado em 08/02/2019, 08:06:02 Ver comentário(s)

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Paysandu mantém aquele sigilo que já é tradição (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)
Perema ainda não jogou esse ano, mas figurou no time de cima no último coletivo (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)

O técnico João Brigatti vai aproveitar hoje e amanhã para comandar os dois últimos treinos antes do confronto do Paysandu com o Castanhal, domingo, às 16 horas, pela terceira rodada do Campeonato Paraense. Os trabalhos serão fechados para a torcida e imprensa. A ordem é sigilo nesses dois dias para surpreender o adversário. 

O comandante bicolor teve nos últimos dias o retorno de alguns jogadores que estavam no departamento médico ou foram poupados dos treinos por causa do desgaste, caso do volante Johnny Douglas.

No último coletivo bicolor, na quarta-feira, o técnico contou com o goleiro Mota e o lateral-direito Bruno Oliveira, recuperados de lesões. As novidades foram as presenças do zagueiro Perema e do volante Marcos Antônio no time de cima. O time titular vem treinando com: Mota no gol; Bruno Oliveira, Perema, Micael e Bruno Collaço na defesa; Johnny Douglas, Marcos Antônio e Leandro Lima no meio-de-campo; Vinicius Leite, Nicolas e Paulo Rangel no ataque. 

LOCAL CONFIRMADO

Os ingressos já estavam à venda há dois dias e ambos os times tinham se preparando para o confronto, mas apenas ontem à tarde o estádio Maximino Porpino, em Castanhal, foi totalmente liberado pelo Ministério Público do Pará (MPPA) para receber o jogo entre Castanhal e Paysandu. 

O MP só libertou a praça esportiva depois de mais uma vistoria da Polícia Militar, que atestou ontem de manhã que as obras no local foram suficientes para que a capacidade aumentasse de quatro para cinco mil pessoas.

O Modelão já havia sido aprovado pelos Bombeiros e havia recebido o laudo de engenharia, mas faltava ainda alguns detalhes. O primeiro laudo da PM liberava o estádio para apenas quatro mil torcedores, mil a menos da exigência da Federação Paraense de Futebol (FPF) para jogos envolvendo Paysandu ou remo no interior. A PM havia condicionado o aumento da capacidade se parte dos alambrados fosse reparado e mais catracas de entrada fossem instaladas. Ainda na quarta-feira o presidente do castanhal, Hélio Paes, havia garantido que isso seria encontrado na vistoria seguinte da polícia, o que se confirmou ontem. 

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Adaptação para jogar sob chuva ou sol

O dia a dia dos treinamentos dos bicolores têm sido pautados pela previsão do tempo. Como tem chovido – e muito – todas as tardes, o trabalho tem começado com atraso. Nada de novo no futebol paraense e para o Parazão, disputado na época que mais chove em uma região com alto índice pluviométrico o ano todo. Para o atacante Vinícius Leite, nada que atrapalhe o que vem sendo feito na Curuzu. O que pode ser visto como um empecilho, tem sido visto como algo que pode ser até benéfico.

“Não atrapalha em nada, o campeonato é assim. Já jogamos sob chuva e sob sol forte. Isso ajuda a gente, pois estaremos adaptados a jogar de qualquer forma. Sabemos que vamos enfrentar campos pesados no campeonato”, disse. “Atrapalha um pouco nos treinamentos, mas a cabeça do treinador está bem afiada e sabe o que fazer, quem mandar a campo”, completou o atacante.

Vinícius foi um dos poupados nas mudanças que vêm sendo feitas por Brigatti. Por mais que o time titular não tenha sido confirmado ainda, ele garante que encara os testes são normais nessa fase inicial do campeonato e que o melhor será escolhido para domingo.

“Quem está aqui sabe da qualidade um do outro. Por isso treinamos fortes e o professor confia em todos para montar o time. Aqui não tem titular absoluto e o professor faz questão de dizer isso sempre. Da minha parte, procuro sempre dar meu melhor para poder jogar”, confirmou. “Espero que a equipe desempenhe seu melhor futebol. A equipe deles vem embalada pela vitória, mas sabemos o que temos que fazer para chegarmos aos três pontos. Apesar das dificuldades, temos condições de chegar aos três pontos”, finalizou o bicolor.

(Tylon Maués/Diário do Pará)



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