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História do Theatro da Paz encartado no Diário do Pará

Sexta-Feira, 01/02/2019, 09:05:09 - Atualizado em 01/02/2019, 09:12:28 Ver comentário(s)

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História do Theatro da Paz encartado no Diário do Pará (Foto: Octávio Cardoso)
A beleza externa e interna do Theatro da Paz chama a atenção de turistas que visitam o espaço (Foto: Octávio Cardoso)

A suntuosidade do Theatro da Paz certamente chama a atenção de quem trafega pelos arredores da Praça da República, em Belém. Ninguém duvida da importância histórica de um dos ícones e cartão-postal da cidade. No entanto, embora esteja próximo, há quem nunca tenha tido a curiosidade de conhecer mais afundo essa rica história e a estrutura física do espaço.

Neste domingo (3), os leitores do DIÁRIO ganharão de presente uma maquete do prédio, encartada no jornal. A edição também trará em suas páginas detalhes sobre a história do teatro.

A vendedora ambulante Sueli Ferreira, 51, trabalha há 20 anos em frente ao teatro, mas nunca teve o interesse de entrar para conhecer. “Os turistas acham bonito, perguntam da história e falo que não sei. É uma boa oportunidade para conhecer a história”, revelou.

Já a universitária Flávia Éleres, 20, entrou uma única vez no teatro, aos 13 anos, durante uma visitação escolar. “Tenho vontade de vir aqui. Gosto muito e acho muito bonito. É um patrimônio histórico para conhecer as artes, conhecer nosso Estado e o que ele oferece para a gente”, disse.

Motorista há 42 anos de uma cooperativa de táxi situada ao lado do teatro, Paulo Moraes já teve a oportunidade de assistir a uma peça teatral, ao ganhar uma cortesia, e entrou outras vezes no local para buscar clientes, já que sua cooperativa tem parceria com o espaço. “É um dos prédios mais bonitos e mais visitados da cidade. Tinha gringo que se abismava de ver o monumento que temos aqui. Todo turista faz questão de conhecer. É muito louvável, principalmente para a juventude e até colegas taxistas que não sabem contar a história, porque a gente é quase um guia turístico, então precisamos saber”, destacou, ao elogiar a iniciativa do DIÁRIO.

TURISTA

Em visita à capital paraense pela primeira vez, a auxiliar de escritório Andrea kuster, 30, fez questão de garantir ingressos para ela e a família conhecerem o teatro. “Na nossa região quase não tem espaços assim. É uma arquitetura clássica, diferente, estamos acostumados a ver coisas diferentes e quando conhecemos a história aprendemos a dar valor as coisas que temos”, explicou.

(Pryscilla Soares/Diário do Pará)



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