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CONFUSÃO

Sindicato questiona pesquisa do Dieese sobre preços da gasolina no Pará

Sexta-Feira, 07/12/2018, 08:39:27 - Atualizado em 07/12/2018, 10:29:31 Ver comentário(s)

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Sindicato questiona pesquisa do Dieese sobre preços da gasolina no Pará (Foto: Rafael Neddemeyer/Fotos Públicas)
Levantamento considerou o mês de novembro que, em comparação com o mês de outubro, teve recuo, mas foi o 11º mais caro do país (Foto: Rafael Neddemeyer/Fotos Públicas)

Uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou no último dia (5) uma pesquisa que trata a gasolina do estado do Pará como a 11ª mais cara do país e a 4ª mais cara da região.

O levantamento considerou o mês de novembro e levou em conta os dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que mostram que a média nos postos de combustíveis do Pará ficou a R$4,70, sendo o menor preço R$4,26 e o maior, R$5,39.

Quando comparado com o mês de outubro, o preço sofreu um recuo expressivo e foi comercializado, em média, a R$4,81, com o menor preço a R$4,39 e o maior preço a R$5,50.

MAIS CARA DO PAÍS

A análise do Dieese mostra ainda que um dos estados da região norte, o Acre, dispara na tabela com os maiores preços médios do litro da gasolina; seguido do Rio de Janeiro e o Tocantins. Enquanto isso, o Pará se apresenta como 11ª colocado.

A nível de região norte, vale ressaltar que o Pará está em quarto. Na frente estão, do terceiro ao primeiro colocado, respectivamente, os estados: Amazonas, Tocantins e Acre; em quinto lugar está Rondônia.


(Foto: Reprodução/Dieese)

SINDICATO CRITICA PESQUISA

O Sindicombustíveis, no entanto, desmente a pesquisa do Dieese e afirma que o departamento “utiliza dados da pesquisa divulgada no site da ANP, a qual não demonstra 100% da realidade”.

Em nota divulgada hoje no repórter Diário, do DIÁRIO DO PARÁ, O sindicato vai além e explica que o método de levantamento de preços feito pela ANP nem sempre reflete a realidade. “A pesquisa da ANP é feita por amostragem, o que nem sempre reflete a realidade de todos os postos locais. Foram pesquisados apenas 480 postos no Estado, de um total de quase dois mil”.

(DOL)



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