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MEDROSO

Carro prata assusta assaltantes de ônibus

Sexta-Feira, 05/10/2018, 10:38:24 - Atualizado em 05/10/2018, 14:13:15 Ver comentário(s)

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Carro prata assusta assaltantes de ônibus (Foto: Pedro Guerreiro/Diário do Pará)
(Foto: Pedro Guerreiro/Diário do Pará)

Que a figura do “carro prata” está presente em diversos casos de homicídios e chacinas na Região Metropolitana de Belém todos sabem. Porém, que a presença dele foi capaz de interromper um assalto a um coletivo isso ninguém esperava. Mas aconteceu.

Um ônibus da empresa Viação Guajará, que faz a linha UFPA-Pedreira, foi alvo de um assaltante armado que fingiu ser passageiro para entrar no coletivo. Porém, no momento em que apontava a arma para os passageiros e tomava deles os aparelhos de telefone celular, as bolsas e outros pertences, o assaltante percebeu que um carro de cor prata passou a acompanhar o veículo de passageiros. Com medo ele encerrou a ação criminosa e desceu do ônibus correndo até entrar num beco. No caminho, o criminoso foi abandonando alguns objetos que tinha roubado das vítimas. O caso foi registrado na Seccional Urbana de São Brás.

Toda a ação aconteceu na Avenida Roberto Camelier, próximo à Avenida Bernardo Sayão, onde o assaltante subiu numa parada de ônibus e desceu antes de chegar a outra. “Foi muito rápido e ele (o assaltante) estava bem vestido, bem apresentado”, comentou o motorista do coletivo, que teve a identidade preservada. O rodoviário contou que esta foi a quarta vez em que foi alvo de bandidos durante o horário de trabalho.

Como o assalto foi interrompido por causa do carro prata, não deu tempo do suspeito subtrair a renda do coletivo. “Não sei se foi coincidência, mas um carro – modelo Siena – de cor prata emparelhou no coletivo e depois seguiu o suspeito”, comentou o rodoviário. “Ele correu e o carro prata foi atrás até certo trecho”, desfechou o motorista.

Uma das vítimas conseguiu recuperar a bolsa que o suspeito jogou no chão durante a fuga. “Não sei se ele fez isso para demonstrar para quem estava no carro prata que ele tinha abandonado o produto do roubo ou se porque precisava diminuir o volume de peso que levou”, comentou. “Ele (o bandido) correu muito até entrar num beco”, desfechou.

(Denilson D’almeida/Diário do Pará)





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