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Caso Daniel: assassinato que chocou o mundo completa 2 meses sem veredito

Segunda-Feira, 07/01/2019, 11:45:26 - Atualizado em 07/01/2019, 12:17:46 Ver comentário(s)

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Caso Daniel: assassinato que chocou o mundo completa 2 meses sem veredito (Foto: Reprodução)
O jogador Daniel Correa Freitas foi morto na manhã do dia 27 de outubro. (Foto: Reprodução)

O assassinato do ex-jogador Daniel, que chocou o mundo, completou dois meses sem nenhum veredito. Sete pessoas foram denunciadas por envolvimento e se tornaram rés: Edison Brittes, Cristiana Brittes, Allana Brittes, Ygor King, David Vollero, Eduardo da Silva e Evellyn Perusso. As informações são do Espn.

Dos sete, apenas dois estão em liberdade: Eduardo Purkote e Evellyn Brisola, que aguardam pela decisão judicial.

Cristiane e Alana estão na Penitenciária Feminina do Paraná, em Piraquara, em Curitiba. A primeira delas chegou a ter o pedido de prisão domiciliar negado pela Justiça em dezembro do ano passado.

RELEMBRE O CASO

Daniel, de 24 anos, foi assassinado após a comemoração do aniversário de Allana, filha do casal Brittes, no dia 17 de outubro.

Edison Brittes tentou justificar o crime após uma suposta tentativa de estupro de Daniel contra sua esposa, Cristiane e assumiu a autoria do homicídio. Em depoimento, ele contou que ficou transtornado e desejava humilhar o atleta.

Daniel foi espancado por Edison e outros homens que estavam na casa.

OS DENUNCIADOS:

Edison Brittes — homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;

Cristiana Brittes — homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;

Allana Brittes — coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor;

Eduardo da Silva — homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

Ygor King — homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

David Willian Vollero da Silva — homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;

Evellyn Brisola Perusso — denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de menor e falso testemunho.

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(Com informações do do Espn)



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