Viviane Cardoso espera que o pequeno Adrian ajude a melhorar o mundo (Foto: Elcimar Neves)
Quando o relógio da Fundação Santa Casa de Misericórdia em Belém bateu 1h do dia 31 de outubro, o pequeno Adrian José Cardoso de Miranda deu o primeiro respiro de sua vida. O primeiro bebê nascido no hospital, na data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) comemora a marca de 7 bilhões de pessoas no mundo, ganha a vida em uma sociedade na qual a expectativa média de vida é de 68 anos.
Com apenas 15 horas de existência, Adrian descansava encostado à mãe Viviane Cardoso em uma cama da maternidade. O sono profundo era velado pela mãe que aos poucos pensava sobre o seu futuro. “Eu espero que ele ajude a melhorar o mundo”.
A responsabilidade entregue ao menino que ainda pouco tinha visto do mundo é estimulada pela consciência da sociedade na qual o filho está sendo inserido. Em meio às notícias de violência, falta de água, ausência de infraestrutura, más condições do serviço público de saúde e educação, Viviane só podia confiar na educação e na formação familiar que pretende dar a Adrian. “Criar um filho hoje é difícil. Ele vai ter que saber lidar com a violência de hoje porque em todo lugar sempre tem pessoas mal intencionadas”, a lista de orientações aumenta. “Ele vai ter que saber escolher suas companhias”. Leia mais no Diário do Pará.
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