A pedido do Ministério Público, a 1ª Câmara Criminal Isolada adiou, ontem, o julgamento do recurso para anulação do julgamento do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o “Taradão”. O réu foi condenado em 30 de abril de 2010, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang.
A sessão foi adiada para a próxima terça-feira, 6, para que a relatora da apelação, juíza Nadja Nara Cobra Meda, a procuradora do Ministério Público, Mariza Machado da Silva Lima, e os demais integrantes da Câmara tomem conhecimento de um vídeo de três minutos que deverá ser apresentado durante a defesa do advogado Jânio Siqueira.
A petição para a apresentação do material foi protocolada somente na noite da última segunda-feira, 29, em descumprimento ao prazo legal, que determina antecedência mínima de três dias para que todas as partes tomem conhecimento da documentação.
Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, foi condenado, por maioria de votos, a 30 anos de prisão, em regime fechado. O réu recorre da sentença em liberdade provisória. (Diário do Pará, com assessoria)
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