4 comentários
Na mesa de debates esteve o o ministro Carlos Lupi (Foto: Daniel Pinto)
Em reunião com representantes de centrais sindicais do Pará, na noite de ontem, o titular do Ministério do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, foi questionado sobre os baixos valores dos recursos aplicados no Estado para qualificação do trabalhador. Os sindicalistas afirmaram que os grandes projetos que estão sendo implantados podem preferir profissionais de outros Estados em detrimento da mão de obra local, devido a falta de formação adequada dos profissionais paraenses.
Na mesa de debates estiveram Roberto Sena, representante do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), e o recém-empossado superintendente regional do trabalho, Odair Corrêa.
Após a apresentação dos índices positivos de geração de emprego feita por Roberto Sena, mostrando que o Pará gerou cerca de 24 mil postos de trabalho apenas no primeiro semestre e a expectativa do departamento é que até o fim do ano sejam criados mais 25, o ministro enfatizou que o Estado acompanha o ritmo de crescimento do Brasil, mas continua com algumas mazelas sociais que são alvos de programas do governo federal. “Estamos vivendo um momento em que o investimento na região Norte tem sido intenso. Vamos liberar recursos no valor de R$ 22 milhões para o Governo do Estado aplicar em qualificação profissional”, destacou. Leia mais no Diário do Pará.
03/03/2012 | Tacacazeiras dão sabor às ruas e mantém tradição
03/03/2012 | Chef paraense reinventa tradição com tacacá gelado
03/03/2012 | Tacacá: uma viagem pelos sentidos e pela história
03/03/2012 | Os sabores paraenses na sua origem
03/03/2012 | Culinária: muito mais que comer
