(Foto: Mario Quadros)
No primeiro quadrimestre de 2011, a exportação de suco de frutas cresceu em 43,13% se comparada a igual período do ano passado. Os dados são da Balança Comercial do Estado do Pará, divulgada pelo Centro Internacional de Negócios (CIN-Fiepa) e que indica que as frutas tropicais têm um grande potencial para ganharem mais espaço no mercado internacional.
Para dinamizar a atividade exportadora da cadeia da fruticultura, o Sindicato da Indústria de Frutas e Derivados do Pará (Sindifrutas) promoveu, nesta última quinta-feira (02), na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), Workshop de Fruticultura que contou com a presença de representantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e do Instituto Brasileiro de Frutas – Ibraf.
De acordo com o gerente da Central de Serviços de Exportação do Ibraf, Maurício de Sá Ferraz, o atual panorama mundial aponta para um crescimento do consumo de frutas frescas e sucos, além da aceitação, cada vez maior, das frutas de clima tropical. “Apesar das exportações brasileiras estarem concentradas no mercado europeu, em 2010, o Brasil exportou frutas frescas para 61 países. Existe uma janela de oportunidades que precisa ser ocupada pelo Brasil”, ressaltou.
O diferencial das frutas brasileiras, de alto valor nutritivo, atende as expectativas do consumidor internacional que, segundo Ferraz, está preocupado com a qualidade de vida, com a saúde e com o poder nutritivo dos frutos tropicais. “A busca por produtos orgânicos nos Estados Unidos, por exemplo, cresce cerca de 20% ao ano. Além disso, os países já estão cobrando impostos específicos sobre os ‘junk-food’, exatamente para inibir o consumo de bebidas calóricas, refrigerantes, sanduiches gordurosos e frituras. Em contrapartida, existe um incentivo à alimentação saudável”.
Para incentivar que os produtores brasileiros de frutas e derivados entrem no mercado internacional ou consolidem as relações comerciais com parceiros estrangeiros, a Apex-Brasil e o Ibraf desenvolvem, desde 1998, o Projeto de Promoção das Exportações de Frutas Brasileiras e Derivados – Brazilian Fruit. Através de ações estratégicas direcionadas aos mercados específicos, o projeto vem conseguindo promover as frutas e seus derivados nos mais diversos países, como em Dubai, nos Emirados Árabes.
Através do Brazilian Fruit, o açaí cruzou barreiras, chegando até o mercado árabe. No ano passado, produtores paraenses do fruto participaram do Gulfood, a principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio. Segundo a presidente do Sindifrutas, Solange Motta, os resultados foram positivos. “Nesta primeira fase, nossas empresas foram apresentar o açaí aos consumidores. A expectativa inicial não era fechar negócios. A apresentação das frutas paraenses, como o açaí e o cupuaçu, já é por si só um resultado positivo. Os frutos regionais ainda são desconhecidos em grande parte do mercado internacional, e este apoio institucional da Apex, do Brazilian Fruit, ajudam a disseminar a fruta tropical mundo a fora”, afirmou Solange. (ascom Fiepa)
Frutas tropicais ganham mais espaço no mercado internacional
No primeiro quadrimestre de 2011, a exportação de suco de frutas cresceu em 43,13% se comparada a igual período do ano passado. Os dados são da Balança Comercial do Estado do Pará, divulgada pelo Centro Internacional de Negócios (CIN-Fiepa) e que indica que as frutas tropicais têm um grande potencial para ganharem mais espaço no mercado internacional.
Para dinamizar a atividade exportadora da cadeia da fruticultura, o Sindicato da Indústria de Frutas e Derivados do Pará (Sindifrutas) promoveu, nesta última quinta-feira, 02, na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), Workshop de Fruticultura que contou com a presença de representantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e do Instituto Brasileiro de Frutas – Ibraf.
De acordo com o gerente da Central de Serviços de Exportação do Ibraf, Maurício de Sá Ferraz, o atual panorama mundial aponta para um crescimento do consumo de frutas frescas e sucos, além da aceitação, cada vez maior, das frutas de clima tropical. “Apesar das exportações brasileiras estarem concentradas no mercado europeu, em 2010, o Brasil exportou frutas frescas para 61 países. Existe uma janela de oportunidades que precisa ser ocupada pelo Brasil”, ressaltou.
O diferencial das frutas brasileiras, de alto valor nutritivo, atende as expectativas do consumidor internacional que, segundo Ferraz, está preocupado com a qualidade de vida, com a saúde e com o poder nutritivo dos frutos tropicais. “A busca por produtos orgânicos nos Estados Unidos, por exemplo, cresce cerca de 20% ao ano. Além disso, os países já estão cobrando impostos específicos sobre os ‘junk-food’, exatamente para inibir o consumo de bebidas calóricas, refrigerantes, sanduiches gordurosos e frituras. Em contrapartida, existe um incentivo a alimentação saudável”.
Para incentivar que os produtores brasileiros de frutas e derivados entrem no mercado internacional ou consolidem as relações comerciais com parceiros estrangeiros, a Apex-Brasil e o Ibraf desenvolvem, desde 1998, o Projeto de Promoção das Exportações de Frutas Brasileiras e Derivados – Brazilian Fruit. Através de ações estratégicas direcionadas aos mercados específicos, o projeto vem conseguindo promover as frutas e seus derivados nos mais diversos países, como em Dubai, nos Emirados Árabes.
Através do Brazilian Fruit, o açaí cruzou barreiras, chegando até o mercado árabe. No ano passado, produtores paraenses do fruto participaram do Gulfood, a principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio. Segundo a presidente do Sindifrutas, Solange Motta, os resultados foram positivos. “Nesta primeira fase, nossas empresas foram apresentar o açaí aos consumidores. A expectativa inicial não era fechar negócios. A apresentação das frutas paraenses, como o açaí e o cupuaçu, já é por si só um resultado positivo. Os frutos regionais ainda são desconhecidos em grande parte do mercado internacional, e este apoio institucional da Apex, do Brazilian Fruit, ajudam a disseminar a fruta tropical mundo a fora”, afirmou Solange.
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