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Rômulo Maiorana Jr. tentou a todo custo impedir a imprensa (Foto: Reprodução/ RBA TV)
Depois de 11 anos de tramitação do processo na Justiça e de três convocações não atendidas, aconteceu ontem o depoimento do empresário Rômulo Maiorana Jr. na 4ª Vara da Justiça Federal em Belém. Ele é acusado de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional que totalizam cerca de R$ 4 milhões, através de fraudes contra a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Rômulo Maiorana Jr. foi finalmente foi ouvido pelo juiz Antônio Carlos de Almeida Campelo por cerca de 30 minutos, no final da manhã de ontem. A audiência estava marcada para às 11h30. O acusado e seus advogados chegaram ao prédio da Justiça Federal pouco depois das 11h.
Para fugir ao contato com jornalistas, Rômulo Jr. entrou na Justiça Federal em veículo com película que entrou até o subsolo. De lá, ele apanhou o elevador até o quarto andar. Vários seguranças particulares acompanhavam o réu.
Por interferência do advogado Jorge Borba, defensor de Rômulo Jr., os jornalistas tiveram seu trabalho dificultado antes da audiência. Depois de alguns minutos de negociação, o juiz permitiu que um jornalista (Cássia Medeiros, da RBA TV) acompanhasse o depoimento do réu, sem usar qualquer equipamento eletrônico de registro de imagem e áudio.
O réu chegou à sala de audiências às 12h45, acompanhado pelo diretor industrial de “O Liberal”, João Pojucan de Moraes Filho, também réu no processo que apura o rombo nos cofres da Sudam.
Irritado com o acordo firmado pelo seu próprio advogado, Rômulo Jr. ainda chegou a pedir ao juiz que mandasse retirar a repórter Cássia Medeiros da sala de audiências, o que foi negado pelo magistrado. Leia mais no Diário do Pará.
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