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O time do Cametá foi valente, guerreiro e, no primeiro tempo, até esboçou uma reação pra cima do Paysandu, marcando o tento inaugural da noite, com Jaílson. Mas, no final, acabou padecendo para a equipe bicolor, que realizou duas boas partidas e, na opinião de Leandro Cearense ao termino da partida decisiva, ontem, “não deixou o Cametá jogar”.
No início da partida, o Mapará veio com tudo pra cima do Papão, pois precisava vencer por mais de dois gols de diferença para conquistar a primeira taça de sua história. Depois do tento de Jaílson, a equipe foi pra cima do Papão e até conseguiu virar a partida, num balaço de fora da área do lateral-direito Américo. A equipe do interior vinha bem, até sofrer o empate com um gol do “Animal” Rafael Oliveira, que, a essa altura, se igualava à Leandro Cearense na artilharia do Parazão.
Foi um balde de água fria para os jogadores e também para os cerca de 600 torcedores que vieram de Cametá, enfrentaram mais de cinco horas de viagem, três balsas e, depois de tanto sacrifício, acabaram vendo a sua equipe murchar no segundo tempo. Apesar da fraca atuação na etapa final, empenho e determinação para vencer não faltaram ao Mapará.
O técnico Fran Costa colocou o time pra frente, efetivando a entrada de Balão, e mudando o esquema do tradicional 4-4-2 para o 4-3-3. “Tentamos de todas as formas vencer, mas, infelizmente, não deu”, lamenta o treinador, que reclamou de uma falta mal marcada pelo árbitro Dewson Fernandes no final do jogo em Gil, que acabou terminando em pênalti para a equipe adversária. Outra reclamação de Fran foi o estado do gramado da Curuzu que, segundo ele, é muito pior que o do Parque do Bacurau”. (Diário do Pará)
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