Evaristo Resende, pró-reitor de ensino da Unama. (Foto: Paula Lourinho)
“O guia possibilita ao estudante visualizar que profissão combina mais com o seu perfil ou não”, acredita Evaristo Resende, pró-reitor de ensino da Universidade da Amazônia (Unama). Em mais um fascículo publicado ontem, a segunda edição do Guia Profissões do Diário trouxe mais 20 cursos de ensino superior que podem ser escolhidos como carreira a seguir pelos estudantes e vestibulandos do Pará.
O pró-reitor da Unama aponta que quando a escolha de uma profissão não é feita levando em conta uma escolha pessoal e até vocacional, a tendência é que a pessoa se frustre: “Por isso acho esse guia uma excelente ideia, pois o número de cursos ofertados no Estado é enorme e o estudante fica confuso, muitas vezes baseia sua escolha em influências que sofre. Ter profissionais bem-sucedidos, satisfeitos com a escolha que fizeram é importante”.
Para ele, que é engenheiro civil, também é fundamental que o estudante, ao prestar vestibular, tenha conhecimento das competências que são necessárias para exercer a profissão escolhida. Caso contrário, haverá muitas dificuldades. “Também é importante que melhoremos o ensino médio com um trabalho mais amplo, para que os estudantes cheguem mais preparados ao ensino superior. Só assim iremos melhorar as notas do Enade”, aponta.
Marlene Freitas, pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade Federal do Pará (UFPA), acredita que o Guia Profissões do Diário é um coadjuvante importante à formação. “Esse trabalho desenvolvido pelo DIÁRIO tem um visual muito bom e vai abordando as profissões de uma forma bem completa, falando do mercado, perfil e onde cursar”, cita.
Ela exemplifica que, com a globalização, o mundo mudou e, com ele, as expectativas se diversificaram. “Por mais que ainda exista uma grande demanda pelas profissões tradicionais, como o direito, medicina e a engenharia civil, a necessidade de ter pessoas capacitadas em áreas como a culinária tornou o curso de gastronomia bastante atrativo”.
A pró-reitora da UFPA informou que o leque de cursos é tão grande que o Ministério da Educação estuda integrar alguns cursos, como as engenharias, buscando uma unidade para cursos semelhantes. “Acho indispensável um guia de profissões, assim como a Feira do Vestibular que realizamos, para orientar os estudantes e mostrar a mobilidade de cursos existente na formação superior”. Leia mais no Diário do Pará.
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