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Moradores dizem que só voltam após laudo de segurança (Foto: Rogério Uchôa)
Apesar de o prédio Londrina ter sido liberado para habitação na última segunda-feira pela Defesa Civil, muitos moradores se recusaram a voltar. Segundo eles, como ainda não há um documento para formalizar o laudo de que o edifício está seguro para moradia, fica a sensação de insegurança. “Acreditamos que possa ter acontecido um deslocamento do solo, assim como o lençol freático pode ter sido afetado. A estrutura do prédio está íntegra, mas quem garante que, com a movimentação das máquinas e da retirada dos escombros, o prédio realmente não será afetado?”, disse Johnny Cecílio, morador do prédio.
Síndica do edifício, Nádia Correa afirmou que a construtora responsável pela obra que desabou já fala em liberar as famílias que moram no prédio do hotel em que estão alojados. “A empresa já fala em nos tirar do hotel na terça-feira. Eles acham que a responsabilidade com os moradores é até a Defesa Civil liberar. Só que imagina você entrar no seu prédio sem poder estacionar o seu carro no perímetro da sua rua? Toda essa questão da segurança está em jogo. Sem contar com a quantidade de poeira que teremos que conviver”.
Em função disso, hoje foi marcada uma reunião em frente ao prédio, onde os moradores irão decidir quais providências tomar quanto ao assunto. Representante da Real, Rudimar do Carmo esclareceu que também precisa do documento em mãos para que a empresa possa se respaldar. “A previsão da entrega do laudo é para essa terça. É certo que após a entrega desse documento as famílias serão liberadas do hotel para voltarem às suas moradas, no edifício Londrina”. Leia mais no Diário do Pará. No edifício Londrinha, moradores dizem que só voltam após laudo de segurança
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