(Foto: Rogério Uchôa)
Durante a cerimônia de inauguração do Palacete Pinho, o prefeito Duciomar Costa (PTB) anunciou que o prédio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vai abrigar o Centro Cultural do Município de Belém, voltado a oficinas e atividades artísticas.
Mas o que preocupa agora é por quanto tempo o espaço ficará ocioso, sem corpo técnico para administrar o funcionamento do órgão. De acordo com José Monteiro, diretor do Departamento de Patrimônio Histórico da Fundação Cultural de Belém (Fumbel), as primeiras atividades devem ocorrer com funcionários da própria fundação, mas ainda falta discutir o futuro do palacete.
O principal entrave para o funcionamento do Centro Cultural é a falta de funcionários, que a prefeitura espera contratar via concurso público. “Ainda estamos maturando ideias para a ocupação. É um assunto em fase de discussão. Concursos são demorados. Vamos preparar aos poucos para que ocorram apresentações de música, dança e exibições de cinema”, afirma o diretor.
José Monteiro garante que já existem técnicos para trabalhar durante o hiato até o funcionamento efetivo do novo órgão. “Desenvolvemos ações com recursos próprios. Temos que dançar conforme a música”, diz.
Uma das soluções provisórias seria a captação de verbas junto a empresas patrocinadoras de atividades culturais. Diante da situação, ele afirma que o primeiro passo já foi dado, que é o da preservação do patrimônio histórico. Leia mais no Diário do Pará
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