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Lento e instável... leeento... muuuito lento.. e instável (Foto: Reprodução)
Um relatório divulgado na última semana pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) mostrou que 68% das conexões de internet consideradas “banda larga” pelos provedores de acesso não atingem os limites mínimos para entrar nessa definição. Ou seja, dois terços dos americanos estão comprando gato por lebre.
Mesmo parecendo confuso determinar a velocidade mínima de uma conexão, para definir banda larga, o órgão estipula o limite mínimo de 4Mbps para download e 1Mpbs para upload. Por lá, o povo está um pouco revoltado por perceber que mais da metade da população não se enquadra nessa definição e consome velocidades abaixo da considerada mínima (em média, a velocidade é de 3Mbps nos EUA).
E DAÍ?
Se mantivermos a mania de comparação com os Estados Unidos (hábito tipicamente brasileiro) o padrão adotado pela FCC para definição de banda larga nos colocaria muito abaixo do esperado. Segundo estudo divulgado em julho de 2010 pela empresa de tecnologia de redes Cisco, mais da metade das conexões de “banda larga” no país não ultrapassavam 2Mbps.
Além disso, dos mais de 12 milhões de conexões de banda larga fixa no país, cerca de 1 milhão têm velocidades de 255 Kbps ou menor e, em média, 4 milhões têm velocidades entre 256 Kbps e 999 Kbps.
Por questões de curiosidade, a Cisco define banda larga como “conexões permanentes à internet com velocidade igual ou superior a 128 Kbps tanto para upload quanto para download”.
Vale lembrar que o Brasil tem uma das bandas largas mais caras do mundo e, atualmente, é motivo de reclamações constantes dos usuários, na capital paraense. (Yggor Araújo, Diário Online)
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