Ao que parece nem mesmo o Google anda se entendendo bem acerca do valor do recém-lançado Chrome OS. Mesmo com os investimentos pesados, um de seus membros mais influentes anunciou a morte do sistema em pouco tempo.
Paul Buchheit, pai de grandes produtos como o Gmail e o Google AdSense, que popularizaram mais a ferramenta de busca e a tornaram rentável, postou, na última terça-feira, em sua página do FriendFeed, a seguinte afirmação:
“Previsão: O Chrome OS será morto no ano que vem (ou fundido com o Android)”.
Segundo ele, “o Chrome OS não tem qualquer propósito e seria melhor apresentado dentro do Android. (…) Eu estava pensando a respeito. Não parece ser óbvio? Então vejo pessoas o levando a sério e por alguma razão o Google começa a produzir dispositivos com ele instalado”, reflete em seguida.
CLOUD COMPUTING
Outro que atacou não apenas o Google, mas a atual tendência de computação de nuvem foi Richard Stallman. Em sua opinião esse tipo de tecnologia destrói a individualidade e a propriedade sobre conteúdos e dados gerados pelo usuário e os deixa nas mãos dos governos e das grandes corporações.
“Nos EUA, você perde os direitos legais sobre seus dados caso os armazene na nuvem do que em sua própria máquina. A polícia precisa de um mandato para vascular seu computador pessoal, mas pode acessar seus dados armazenados num servidor sem problemas. (…) Acredito que muitos continuação se movendo em direção a essa computação descuidada, porque um idiota nasce a cada minuto. O governo deseja que as pessoas se mudem para a nuvem por conseguir controla-las de perto. Enquanto nós conseguirmos manter nossos dados sob nossos controle, devemos fazê-lo”, disse ao jornal britânico Guardian.
(Yggor Araújo, Diário Online)
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