No ano passado, Luiz Felipe pediu uma máquina de escrever em braile
Mesmo sem acreditar que Papai Noel existe, o pequeno Luiz Felipe, 12 anos, escreveu uma carta para o bom velhinho e pediu uma máquina de escrever em braille. O menino, que é cego, escreveu a carta no final do ano passado e enviou para a Campanha Papai Noel dos Correios.
No dia do Natal, veio a surpresa: o Papai Noel foi até a casa do jovem entregar a máquina. Desde então, a vida de Luiz mudou. Hoje, ele consegue fazer o que mais gosta, escrever. “A máquina de braille também vai me ajudar a conquistar o meu sonho de um dia poder dar aulas de braille para crianças cegas”, contou.
Assim como Luiz, outras cinco mil crianças receberam presentes no ano passado, de padrinhos e ajudantes que fazem parte da campanha dos Correios. Este ano, a campanha, que tem como principal objetivo responder aos pedidos das crianças que escrevem ao Papai Noel, principalmente aquelas que se encontram em vulnerabilidade social, iniciou ontem. Leia mais no Diário do Pará.
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