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Piquete e bate-boca em frente a alguns hospitais (Foto: Adauto Rodrigues)
Durou apenas um dia a greve dos enfermeiros, técnicos de saúde e funcionários de hospitais particulares de Belém. O encerramento, entretanto, não é definitivo.
Sem concordar com a contraproposta feita pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde do Pará (Sindesspa), que ofereceu reajuste salarial de 12% e 5%, os trabalhadores apenas suspenderam a paralisação para que representantes patronais analisem as novas exigências da categoria.
De acordo com o Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde do Pará (Sinthosp), o reajuste de 5% para todos que ganham acima do piso salarial é insuficiente.
“Queremos um aumento de 12% para quem ganha até R$ 700, 10% para quem recebe até R$ 1 mil e 5% para os salários acima deste valor”, explica o presidente do Sinthosp, José Francisco.
O Sindesspa realiza hoje uma assembleia para votar a contraproposta e dará uma resposta definitiva amanhã, às 9h, na sede do sindicato. Leia mais no Diário do Pará.
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