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Domingo, 28/08/2016 - 11h27

Ver-o-peso, ver as frutas, ver as pessoas...

Ver-o-peso, ver as frutas, ver as pessoas... (Foto: Rogério Uchôa)
Ver-o-peso, ver as frutas, ver as pessoas... (Foto: Rogério Uchôa)

"A canoa traz o homem / a canoa traz o peixe / a canoa tem um nome / no mercado deixa o peixe /(...) Ver o homem/ vera morte/ vero peso”. Assim como no poema do paraense Max Martins, aportar no Ver-o-Peso, em Belém, é encontrar um local cheio de ricas histórias, sobretudo dos que lá trabalham, seja na Feira do Açaí, nos mercados de ferro e de carne, ou em outros espaços do complexo. 

Maior feira ao ar livre da América Latina, o Ver-o-Peso nasceu como um entreposto fiscal no século XVII, em uma área que era formada pelo então igarapé do Piri. Ali, com base no peso dos produtos, eram tributadas todas as mercadorias que chegavam à cidade, ficando conhecido como ‘Casa de Haver o Peso’. A partir dali, a importância econômica e histórica do Ver-o-Peso para o Pará só cresceram. De tão conhecido, virou ponto turístico de Belém. Saiba a história de algumas pessoas que lá trabalham.

Confira a matéria completa na edição especial do DIÁRIO deste domingo (28).

(Bianca Levy)


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