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NÍVEL DE DIFICULDADE

Time do Papão está focado e em estado de alerta para competições nacionais

Sexta-Feira, 19/04/2019, 09:10:49 - Atualizado em 19/04/2019, 09:10:49 Ver comentário(s)

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Time do Papão está focado e em estado de alerta para competições nacionais (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)
Victor Oliveira diz que grupo vai melhorar grau técnico (Foto: Jorge Luiz/Paysandu)

O zagueiro Victor Oliveira avaliou, ontem, na Curuzu, a sua participação no Parazão como positiva. Além de jogar bem, o defensor ainda marcou dois gols nas 13 partidas que fez. “Meu objetivo pessoal foi alcançado, que era o de me firmar na equipe”, sentenciou o zagueiro, que, por outro lado, se disse frustrado com o aproveitamento geral do Papão, que encerrou sua participação no campeonato na 4ª posição, o que não ocorria desde 2015.

“No coletivo, infelizmente, não alcançamos nossa meta que era de chegar à final e conquistar o título do Estadual”, lamentou. Mas, segundo o jogador, a competição local já é página virada no calendário bicolor e que agora a concentração do grupo comandado pelo técnico Léo Condé é o Brasileiro. “Acredito que esteja todo mundo focado”, afirmou. Ele alertou para o fato de a Série C e a Copa do Brasil serem competições que exigem um esforço maior das equipes em comparação com os Campeonatos Estaduais.

“Tanto a Copa do Brasil como a Série C apresentam um grau bem maior de dificuldade. São adversários de nível nacional”, salientou. Segundo o zagueiro, os treinos que estão sendo comandados por Condé visam melhorar o grau técnico do grupo. Victor ressaltou que agora o treinador está tendo mais tempo para conhecer melhor as características de cada um de seus atletas. “Acredito que ele esteja conhecendo o elenco, as peças, até porque na semana em que ele chegou tivemos três jogos e acabou que ele teve de manter a equipe”, observou.

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ATAQUE EM RISCO

Entre os jogadores do plantel que têm maiores possibilidades de entrar em negociação para rescisão contratual com a diretoria estão os que atuam no ataque, visto que o compartimento do time não deu grandes resultados, conforme admitiu Paulo Henrique, autor de apenas dois míseros gols em oito partidas pela equipe.

“Sabemos que fizemos muito pouco. O torcedor esperava muito mais da gente”, reconheceu PH, ressaltando que Nicolas, que atua como meia-atacante, foi bem melhor que os atacantes propriamente ditos. “Ele, que é um jogador de beiradas, acabou fazendo mais gols que nós que jogamos na área”, comparou o atacante.

(Nildo Lima/Diário do Pará)



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