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Paysandu e Esmac decidirão Parazão na segunda

Sexta-Feira, 23/09/2016, 08:38:20 - Atualizado em 23/09/2016, 08:43:36 Ver comentário(s) A- A+

O Campeonato Paraense de Futebol Feminino se aproxima de sua reta final e, com a disputa da taça, o torneio volta a reunir atenções. Embora a fase de grupos tenha transcorrido em sua maior parte de forma quase escondida nos campos do Ceju, onde não havia presença de público, a decisão do returno prometia condições melhores. Se no primeiro turno Paysandu e Esmac decidiram no estádio da Curuzu, no segundo a final será no Mangueirão, na véspera de um jogo dos bicolores na Série B.

Originalmente prevista para este domingo, a partida, a pedido do Paysandu (mandante do jogo), foi transferida para segunda-feira (26), às 16h30, no Olímpico. A proposta da direção bicolor é que o torcedor do clube chegue mais cedo ao estádio antes do jogo contra o Bragantino-SP, às 20h, para apoiar a equipe feminina, que em caso de vitória fica com o título da temporada. Se perder, a Esmac conquista o segundo turno e os times voltam a se enfrentar na disputa da Taça Açaí.

Embora o Paysandu ganhe mais público com a mudança, em termos técnico a expectativa é que o jogo não sofra mudanças. “Não tem vantagem para ninguém. O Mangueirão é um campo neutro, nosso único título foi conquistado lá, em 2011, e estamos na expectativa de repetir o feito”, avisou Mercy Nunes, técnico da Esmac.

PREOCUPAÇÃO

Embora não questione o direito do adversário em mudar o local da final, a Esmac ainda tem algumas dúvidas sobre o jogo. “Nesta sexta iremos à FPF para saber de duas situações. Uma é sobre a torcida do futebol feminino: vai precisar pagar o valor de ingresso da Série B? Outra diz respeito à segurança da torcida da Esmac”, alegou o treinador. Embora saiba que a Esmac não tem uma grande torcida, Mercy cita que familiares e amigos das atletas devem ir ao Mangueirão. “Eles vão ter de encarar as organizadas que deve estar chegando ao estádio no fim do jogo ou até antes. Precisamos que uma área seja isolada para a nossa torcida, mesmo que pequena. Ou eles vão precisar ficar quietos nas arquibancadas?”, questionou.

(Taion Almeida)

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