Legado de conquistas e glórias

Tuna Luso, campeã paraense de 1970. Foto: Divulgação/Tuna.

A Tuna Luso Brasileira tem um legado no desporto paraense inquestionável. Com dois títulos nacionais, a segunda divisão em 1985 (Taça de Prata) e a terceira divisão em 1992, a Elite de Norte, viu a ascensão de clubes do interior, como Águia de Marabá, Cametá e Independente ganharem espaço. Sem receita financeira, a Tuna está na segunda divisão do futebol do Pará.

Este especial trata de um dos clubes mais gloriosos do Norte do futebol brasileiro. O contraste do passado de títulos e resultados importantes que ficaram para a posteridade e que elevaram o nome do Pará a nível nacional com a difícil realidade da falta de recursos financeiros que sustentariam o seu patrimônio e que daria a Tuna o reconhecimento que merece. Confira o infográfico dos grandes ídolos tunantes.

Ordem do dia: conseguir passar pela Segundinha do Parazão

A base da Tuna Luso, sempre conhecida por revelar grandes nomes do futebol do Pará, deixou de disputar a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2014 por problemas administrativos, perdendo a sua vaga para o Clube do Remo.

Para completar a má fase no futebol, a Lusa, pela primeira vez em 112 anos de história, foi rebaixada para a Segunda Divisão do Campeonato Paraense em 2013.

Para muitos que veem o clube do lado de fora do estádio Francisco Vasquez, a Elite do Norte pode parecer sem grande expectativa em relação a voltar a ser o que era. Um time que disputava de igual para igual contra Remo e Paysandu, detentores da maioria dos títulos paraenses e donos de torcidas gigantescas na região Norte.

Além do futebol:

O clube também oferece aos associados e a sociedade dança de salão com diversos ritmos como forró, dança de gafieira, bolero, samba e outros. Uma academia de ginástica, além de ministrar aulas com professores qualificados de Muay Thai, Jiu jitsu e MMA.

Aos finais de semana, promove as Domingueiras, com atrações e programações diferentes a cada domingo. E também promove programações comemorativas, como dia da mulher, bailes de debutantes, festivais do Chopp e do Caranguejo.

A Tuna tem uma boa estrutura esportiva. Tem seu próprio estádio, o Francisco Vasquez, popularmente conhecido como "Souza", com capacidade para 5 mil torcedores. Possui um dos melhores parques aquáticos de Belém com piscinas olímpicas para os mais variados tipos de esportes amadores e profissionais, tendo colecionado importantes títulos ao longo de sua história.

Prestadores de serviço da Cruz de Malta, por sua vez, começam a ver um novo horizonte com o trabalho cauteloso e promissor da gestão de Charles Tuma. O presidente ainda tenta reconstruir a história da Tuna com a posse do biênio 2014/15. Segundo Charles, o clube tem dívida de 1,8 mi no TRT, mas em situação estável.

"Funcionários que não recebiam os seus salários em dia há várias gestões, hoje vivem uma tranquilidade que há muito tempo não se via. Resgatar a credibilidade sempre foi a nossa meta inicial. Feito isso, vamos levantar o carro-chefe da Tuna, o futebol. A parte social do clube também será resgatada. Nosso marketing está crescendo. Projetos como a construção do novo site da Tuna já foi iniciado e TV Tuna também será uma realidade em breve", disse.

Em janeiro de 2014 a Tuna tinha 189 sócios adimplentes, hoje são quase 600 pagando regiamente as mensalidades. Com os investimentos na estrutura do clube, o sócio acreditou e voltou ao participar das atividades sociais da Tuna.

Os números podem ser a favor de Charles Tuma e sua gestão, porém não dá pra negar que é o futebol que é a vitrine para que o torcedor, o sócio e os simpatizantes voltem a procurar o que já foi um dos lugares mais frequentados aos finais de semana na capital paraense.

Glória

A história da Tuna é cercada “de glória”, como diz o próprio hino. A grandeza da Cruz de Malta pode ser observada, também, na sua extensa galeria de títulos. São 10 Parazões (1937, 1938, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983 e 1988), uma Série C em 1992 e a Série B de 1985. A última grande conquista no cenário estadual aconteceu em 2007, com o caneco do Primeiro Turno. De lá para cá, a Águia Guerreira do Souza apenas disputou a Primeira Fase ou brigou para não deixar a elite do Paraense. Veja o infográfico das conquistas.

A folha salarial do time profissional da Tuna, enxertados com garotos do sub- 20 cruzmaltino, jogadores trazidos do interior do Estado e apenas dois remanescentes do elenco do ano passado, não chega ao valor de R$ 20 mil mensais. As realidades de Clube do Remo e Paysandu, por exemplo, são bem distintas da co-irmã, Tuna Luso. O elenco do Remo que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro chega ao valor de R$ 300 mil. O Paysandu, clube atualmente melhor colocado no âmbito nacional por disputar a Série B, tem o orçamento estimado em torno de R$400 a R$450 mil.

Com uma torcida mais acanhada e pouco motivada por estar fora das competições principais do futebol profissional, a Tuna encontra na tradição de formar atletas a sua válvula de escape para sanar dívidas e continuar o projeto de reestruturação.

"O dinheiro que chega a Tuna não vem só do sócio. Vem das nossas escolinhas de futebol que hoje são mais de mil alunos. Isso é credibilidade. A Tuna tem história de formação de atletas e os nossos profissionais, que cuidam das escolinhas, são reconhecidos e têm seus valores. O técnico Capitão do futsal é um deles. Não sócio paga 50 reais, e sócios, 45 reais. Todos os horários estão lotados."

Clique na imagem abaixo e veja o comparativo da Tuna e as demais forças do futebol do Pará.

Tuna amarga jejum no Parazão

O Campeonato Paraense de Futebol de 1988 foi a 76º edição da divisão principal do campeonato estadual do Pará. O campeão foi a Tuna Luso que conquistou seu 10º título na história da competição.

Até os menos otimistas não poderiam acreditar que aquele era o início de um jejum de até então 27 anos sem um título regional da Tuna.

Um clube que teve o esquadrão cruzmaltino de 1971 formado por jogadores que conquistaram de forma avassaladora o Parazão daquele ano, para nenhum tunante não poderia passar sequer uma década sem levar um caneco para a sala de troféus da sede social.

A década de 80 foi gloriosa para o futebol tunante. Nestas temporadas floresceram uma das últimas grandes gerações de jogadores da Tuna Luso. Um grupo de atletas formado por pratas da casa e valores regionais conquistou o Parazão em 83, quebrando um jejum de 13 anos sem título, e chegou ao vice-campeonato estadual no ano seguinte.

A situação atual da Tuna é bem diferente. Longe da fase principal do futebol paraense há três anos, a equipe teve dificuldade até de disputar a fase de acesso.

Em 2013 e 2014, a Tuna não conseguiu o acesso para a disputa contra Remo e Paysandu. Os grande clássicos, contra essas duas outras forças do Pará, não acontecem há um bom tempo. Para muitos, a ausência da Tuna tirou o charme do Parazão, fato que deu aos clubes do interior do Pará a vez para tentarem fazer frente contra azulinos e bicolores.

GALERIA - A TUNA HOJE

Lucena, a casa é sua!

Técnico Lucena tem a missão de reerguer a Tuna no futebol

Carlos Alberto Lucena, ou simplesmente Lucena ou Cabo Lucena para os mais íntimos, está de volta à Tuna Luso Brasileira. Lucena é aquele técnico que todos acham "a cara da Tuna". Pois é, e sem nenhum demérito pelos outros profissionais que passaram recentemente pela Águia do Souza. Treinador com experiência na Tuna volta aos trabalhos após três anos à equipe profissional. Lucena tem conquistas na base e no time profissional da Tuna, sempre foi considerado um profissional comprometido a trabalhar pela Águia com garra, vontade e determinação.

Técnico quer formar um grande time.

Com um olhar de satisfação por estar recebendo novamente uma equipe de profissionais após tanto tempo longe dos holofotes da mídia, Lucena saiu do vestiário motivado a começar mais um dia de treinamento no Estádio do Souza, a luz de um Sol forte de 10h. Clima do dia com a cara da Tuna. O time de futebol tunante é conhecido por sempre mandar seus jogos neste horário. A estratégia sempre foi superar os adversários com a ajuda do calor escaldante das manhãs paraenses.

Sempre descontraído, sorridente e conhecido por suas frases de efeito, o treinador só voltou a falar sério quando o assunto foi o objetivo da diretoria em retomar a velha fórmula de reerguer uma equipe, em especial a Tuna, em sair do "fundo do poço". Lucena sabe que o trabalho precisar caminhar. A "Segundinha" do Parazão, fase da divisão de acesso à elite do futebol paraense começa em pouco mais de um mês.

Lucena

"Chego de novo na Tuna com a certeza de que vou dar tudo de mim para a Tuna voltar para o lugar de onde nunca deveria ter saído, que é a Primeira Divisão", disse um entusiasmado Lucena, até emocionado em ter uma nova oportunidade de trabalhar em seu time do coração."

"A princípio vou aproveitar o máximo de jogadores da base, tanto do Sub-20 como do Sub-17. Fui alguns municípios onde vi atletas e talento. Vou formar um time de qualidade e de baixo custo para a Tuna", disse . "No interior é onde estão os melhores atletas. Vamos trazer os garotos pra cá e lapidá-los. E podem crer que vamos formar atletas para a Tuna voltar a ser o que sempre foi: formadora de atletas".

Para o técnico, a Tuna tem tudo para formar atletas e vender para equipes de fora. "A Tuna não vai ser barriga de aluguel pra ninguém. Vamos trabalhar para montar um bom time e revelar atletas que poderão dar lucro para o clube".

A Tuna tem o respeito dos torcedores do Pará

Nos dias de hoje é cada vez mais raro ver um torcedor apaixonado pela sua agremiação reconhecer a importância da existência e dos feitos do adversário.

A Tuna sempre foi o segundo clube no coração dos torcedores paraenses. Essa máxima pode ser comprovada na história de um torcedor do Paysandu. Segundo rival histórico na história centenária dos bicolores.

Renato Rodrigues, 23 anos, é cozinheiro e tem no Paysandu uma das suas paixões representadas. O torcedor alviceleste não economiza elogios quando o assunto é reconhecer a importância da Tuna para a história do futebol paraense.

Mesmo tendo convivido em uma casa cercado de remistas e bicolores, José Jaílton, professor do curso de engenharia de computação, na UFPA, resolveu torcer pela Tuna. Ele confirma que foi graças à influência do tio e pela diversão que foi ir pela primeira vez ao campo da Cruz de Malta.

Categoria de base

Base da Tuna é a responsável por formas atletas de destaque do futebol paraense.

Sem investir um centavo sequer na compra ou empréstimo de jogadores, a Tuna Luso Brasileira foi o primeiro time da Região Norte a conquistar um título nacional. Fruto de um trabalho que já foi considerado um modelo de como valorizar as categorias de base no futebol.

Sem uma grande torcida, ítem que há algumas décadas era algo difícil de imaginar tamanha a tradição da Lusa Paraense, a Águia também nunca cultivou estrelas no time. Os salários pagos, hoje, não passam de R$ 1.500 e a equipe também não tem um grande patrocinador. A alternativa encontrada foi investir na escolinha de futebol.

Num cenário onde os times paraenses ainda investem pouco em algo que pode ser fundamental para o sucesso – na média, os clubes grandes gastam cerca de R$ 10 mil por mês com seus respectivos departamentos. A Tuna sempre preferiu fazer diferente. Mesclar jogadores e buscar talentos nos interiores do Estado.

Com baixas rendas, devido à pequena torcida, e com patrocinadores modestos, a Tuna sobrevive da “venda” de jogadores. Atualmente, um fabricante de cerveja patrocina o clube social, mas não há uma verba específica para o departamento de futebol profissional.

A colônia portuguesa de Belém também contribui com o time. Empresários, sobretudo do setor de transportes, ajudam financeiramente.

Na escolinha, não há peneiras (teste para admissão de jogadores). Os atuais jogadores da Tuna sonham com o mesmo destino do craque Giovanni, revelado na escolinha e que já foi atleta titular do Barcelona (Espanha). Paulo Henrique Ganso, meio-campo do São Paulo Futebol Clube, considerado em 2010 o melhor jogador do Brasil na posição.

"Na Tuna, sempre houve esse trabalho para meninos com menos de dez anos, e não apenas os que estão prestes a subir. Das equipes campeãs do clube, poucos chegaram depois, a base do time vem das categorias mais novas. Aliás, esse tipo de contratação é comum em outras equipes que abrem demais as portas para empresários, e atrapalham a sequência", explicou José Raimundo, técnico da equipe Sub-17 da Tuna.

Para a preparação dos atletas, a Tuna dispõe de três campos, incluindo o gramado do próprio Estádio do Souza. Um campo de terra batida, onde o treinador Antenor trabalha com os garotos do sub-15, o recém-inaugurado campo de gramado sintético. Local de treinamento dos meninos até 12 anos.

Os investimentos orçados para as melhorias das instalações são feitos de forma cautelosa. Dentro da média e planos da diretoria de Charles Tuma.

Atualmente, a Tuna não tem muitas diferenças na estrutura em relação aos outros clubes paraenses, porém, sempre manteve o crédito de ser escolhida por pais de jovens atletas. Tudo isso graças a sua filosofia: "Quem quer colher, tem que saber plantar!".

COMENTÁRIOS

Comentários

Natanael Sousa dos Santos

moro em miami beach sou tunante aqui uso minha camisa cruz maltina e tds a acham linda.. um dia a tuna voltara a elite

Adolfo paulo Assis

Deixei um comentário pedindo uma foto do elenco que foi campeão em 1988 mais ainda não fui atendido, gostaria de recebe esta foto por que eu fiz parte da quela conquista, abraços e aguardo esta foto pelo EMAIL VALEU

jose maria de souza neri

Nâo esqueça do esporte amador principalmente a natação que já deu muitas glorias para a tuna.

Adolfo paulo Assis

Ainda não recebi minha foto do elenco que foi campeão em 1988 meu Face Adolfo assis assis, valeu obrigado

Adolfo paulo Assis

Fui campeão pela Tuna em 1988 meu nome Paulão quero uma foto da quele elenco...abrigado e aguardo

RICARDO PEREIRA

SOU E SEMPRE SEREI UM TUNANTE APAIXONADO POR ESSE GLORIOSO CLUBE , QUERO AQUI AGRADECER A TUNA LUSO BRASILEIRA POR RESISTIR FIRME NESSE ESTADO PARÁ

buldog

Ei Daniel, pelas ofensas, inveja e calúnias não nega que es um remista fustrado, agora se for tunante msm kkkkk é uma piada ne zé ruela, respeita o time que defende todo o futebol da região norte seu babaca, e outra esse teu time hj virou um time falido. Pequeno que nunca irá disputar um campeonato nacional novamente,ok e se jogar o paraense so vai servir de chacota, o Paysandu é sim o maior time da região norte pelos títulos que possui e pela divisão que disputa atualmente, agora só falta tu dizer que teu time ganhou uma copa dos campeões e disputou uma libertadores ne? Kkkkk nheum time do norte é maior que nois, fato comprovado pelo ranking da cbf, sem mais tunante/remista invejoso kkkkkk

buldog

Ei Daniel, pelas ofensas, inveja e calúnias não nega que es um remista fustrado, agora se for tunante msm kkkkk é uma piada ne zé ruela, respeita o time que defende todo o futebol da região norte seu babaca, e outra esse teu time hj virou um time falido. Pequeno que nunca irá disputar um campeonato nacional novamente,ok e se jogar o paraense so vai servir de chacota, o Paysandu é sim o maior time da região norte pelos títulos que possui e pela divisão que disputa atualmente, agora só falta tu dizer que teu time ganhou uma copa dos campeões e disputou uma libertadores ne? Kkkkk nheum time do norte é maior que nois, fato comprovado pelo ranking da cbf, sem mais tunante/remista invejoso kkkkkk

luiz carlos

Torço pelo fortalecimento dessa que é sem dúvida alguma, um dos alicerces do futebol do Pará, sempre foi e sempre será. a ganancia de alguns quebraram essa agremiação, torço pelo retorno a seu verdadeiro lugar, que onde nunca deveria ter saido. via a Tuna.

Luiz Garcia TIGRÃO

Com muita emoção e lagrimas nos olhos cheguei ao fim da leitura da materia especial que o DOL fez sobre minha amada Tuna Luso. Obrigado prezados reporteres. Torçamos que o sonho de ver a glória renascida já comece a virar realidade neste ano.

sidney braga dos santos

Emocionante ver minha querida e amada TUNA LUSO sendo reconhecida pelo que foi,e pelo que representa até hj oro nosso futebol!como torcedor que sou,faço parte dessa geração vitoriosa dá década de 80,estando presente ao estádio nesses referidos títulos!acredito no ressurgimento da minha gloriosa,e por isso estarei domingo fazendo minha parte..TUUUUNAAA!

Mauricio

Brilhante reportagem, espelha a realidade de um time que honra sua torcida, ser Tunante me faz ter orgulho de ser paraense...eu e familia estaremos juntos nessa caminhada, quanto ao torcedor armando, reflita e tenha mais maturidade. avante ÁGUIA GUERREIRA.

Daniel

Tem mucura do Paysandu achando que é maior que a Tuna ganhando dois nacionais da Série B com ajuda MALA PRETA E MALA BRANCA!!! Respeitem a Tuna que é maior que o Paysandu, esculachamos esse time mais de 100 vezes sem precisar de uma ´´grande`` torcida modinha que só vai pra estádio quando o time (OU SEJA, UMA PEQUENA TORCIDA DE VERDADE DE MEIA DÚZIA DE GATOS PINGADOS E 1 MILHÃO DE SOFAZEIROS DE TELEVISÃO), QUE É O TIME MAIS GOLEADO DO BRASIL, O MAIOR TAPETÃO JUNTO COM O FLUMINENSE. Nem mesmo precisamos da Máfia da FPF, de patrocínios e cotas desiguais como essa porcaria de time do Paysandu pra ser MAIOR HONESTAMENTE que essa porcaria. Tuna é maior que o Paysandu Mucurento

Neto

Vamos juntos à mais uma batalha minha amada Tuna Luso Brasileira. Gloriosa sempre!!!

Glauber França

Estarei domingo pela manhã, acreditando no ressurgimento desde meu time, que tem um passado brilhante, mas precisa se reinventar para o futuro. Hoje com 31 anos, ainda tenho esperança na mudança para melhor neste clube, avante Tuna!

Marcio

Fico feliz pela Tuna ser lembrada por seus feitos. Parabéns à equipe jornalística pela reportagem. Tenho algumas críticas à atual gestão no que diz respeito aos esportes. Mas sou tunante e vou sempre torcer pelo sucesso da Tuna. Há torcedores de outros clubes que tem consideração pela Tuna e outros, como o Armando, que ficam presos em sua visão mais limitada. Se a Tuna tivesse 20% do número de torcedores do Payandu teria mais rendas e aí não teria chegado a situação que ficou. Mesmo sua torcida sendo menor, os verdadeiros tunantes dão prova de seu amor pelo clube. É uma pena que não haja mais vários benemértitos da comunidade luso-brasileira dando apoio. Com todas as dificuldades que enfrenta, a Tuna continua lutando. Torço para que ela recupere sua grandeza nos esportes, não só no futebol. Vamos Tuna!

armando

O unico grande no Pará chama-se Payssandu o PAPÃO de titulos o resto são refugos, não adianta vcs do Diario do Pará querer colocar esses refugos como grandes. PAPÃO o unico do Pará.

Alan

Volta Tuna!

Adilson Amaral

Boa tarde. Estou torcendo aqui de Fortaleza, para que a Águia Guerreira volte aos dias de glória, como na final da Taça de Prata de 1985, em que estive presente. Vamos lá Tuna.

Reportagem: Ronald Sales | Fotógrafo: Cézar Magalhães | Edição: Diana Verbicaro
Multimídia: Demax Silva | Desenvolvimento: Rodrigo Fiel