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Maestro santareno é celebrado em concerto

Sábado, 17/11/2018, 07:47:42 - Atualizado em 17/11/2018, 07:47:42 Ver comentário(s)

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Maestro santareno é celebrado em concerto (Foto: Acervo/Secult)
Wilson Fonseca, o “Isoca”, é um dos maiores maestros e compositores da história do Pará e do Brasil. (Foto: Acervo/Secult)

Considerado um dos grandes nomes da música santarena, o compositor paraense Wilson Fonseca, mais conhecido como Maestro Isoca, completaria hoje, se vivo estivesse, 106 anos. E o instituto que leva seu nome está celebrando o Jubileu de Prata de um intenso trabalho sociocultural realizando sonhos através da música, dança e teatro.

Para celebrar a data, o Serviço Social do Comércio (Sesc) promove hoje, às 19h, no Centro Recreativo Rua Siqueira Campos, em Santarém, o Concerto Sesc Partituras, executado pelo Trio de Flauta, Violoncelo e Piano formado por Samuel Pessatti (violoncelo), Cleusa Marisa Rosati (piano) e Frederico Mendes de Oliveira Mil Homens (flauta), com obras do Maestro Isoca e de seu filho Vicente Malheiros da Fonseca, compositor e também desembargador decano do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8). A entrada é gratuita.

MÚSICAS

A data também marca os 60 anos da valsinha “Experimentar”, primeira composição musical de Vicente Malheiros, que está completando 70 anos de idade. “Meu pai ficaria muito feliz. É um presente muito grande de Deus porque são muitas coincidências”, diz Vicente. No repertório do trio estarão 14 músicas, entre elas “Lenda do Boto”, “Um Poema de Amor” e “Remembrança”, do Maestro Isoca, e “Aquerela Mocoronga”, “De Casa Nova”, “Noturno Tapajônico”, “Calmaria no Tapajós” e “Valsa Santarena”, de Vicente José Malheiros da Fonseca.

O concerto marca também o lançamento do CD “Família Fonseca: Do Erudito ao Popular”, gravado pelo Trio de Flauta, Violoncelo e Piano, com músicas de pai e filho. “É um privilégio para nós esse repertório e pode ter um CD gravado. Meu pai fez mais de 1,6 mil músicas e eu mais de mil. A gente faz, guarda, manda para amigos. Minha paixão depois da magistratura é a música”, conta Vicente Malheiros da Fonseca, magistrado e compositor.

(Aline Rodrigues/Diário do Pará)



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